Diário da Região

23/06/2009 - 02h48min

Campanha

Vacinação contra pólio é prorrogada até 6ª

Campanha

Edvaldo Santos Campanha de imunização contra paralisia: apenas 81% de adesão
Campanha de imunização contra paralisia: apenas 81% de adesão
A Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomielite foi prorrogada até a próxima sexta-feira, dia 26, em todo o Estado de São Paulo. Foram vacinadas em Rio Preto, no último final de semana, 19.857 crianças menores de cinco anos. O número corresponde a 81% das 23.109 crianças que deveriam ser imunizadas. Em toda a região foram vacinadas 60.298 crianças. O objetivo era imunizar 82 mil pessoas. A enfermeira da Vigilância Epidemiológica de Rio Preto, Michela Dias Barcelos, informou que todas as crianças de até cinco anos devem tomar a vacina, mesmo que tenham as três doses de rotina no calendário de vacinação. Ela explicou que a doença é transmitida por três tipos de vírus, por isso as crianças precisam tomar também as duas doses da campanha.

?A vacinação é mais uma chance da criança se imunizar contra os vírus. As gotas não têm contraindicação, não provocam nenhuma dor. A vacina é gratuita e a única forma de prevenir a doença?, diz. Os pais ou responsáveis podem levar as crianças em qualquer uma das Unidades Básicas de Saúde (UBS) da cidade. O horário de vacinação é das 8 às 17 horas. Durante a campanha, as crianças poderão atualizar a carteira de vacinação e receber as vacinas tetravalente (contra difteria, tétano, coqueluche), tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) e contra hepatite. Aquelas crianças que não têm carteira de vacinação também receberão as doses. Há 21 anos o Brasil não registra nenhum caso da doença e foi certificado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) de que não há circulação do vírus que transmite a doença no país.

A doença
A poliomielite, mais conhecida como paralisia infantil, é uma doença grave, transmitida por vírus. Na maioria dos casos de contaminação o sistema nervoso da criança é afetado, causando lesões, geralmente nos membros inferiores. O vírus também pode causar lesões mais graves em um ou mais membros ou até mesmo levar à morte - por meio de uma tetraparalisia. A doença pode ser transmitida pelas fezes que, em contato com o ambiente, atinge quem não foi imunizado com as doses da vacina. O vírus pode ser levado pelo ar e entrar em contato com alimentos, água, brinquedos.

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