Brincadeira do FaceApp volta a viralizar nas redes sociais

Diario Tec

Brincadeira do FaceApp volta a viralizar nas redes sociais

Famosos e anônimos divulgam imagens de como um homem seria no rosto de uma mulher e vice-versa; rio-pretenses conhecidos pelo público aderiram à brincadeira


O cantor rio-pretense, Fiduma, dupla com Jeca, também compartilhou em sua rede social o resultado da brincadeira; confira no site do Diário galeria de fotos com os famosos rio-pretenses que também aderiram ao app
O cantor rio-pretense, Fiduma, dupla com Jeca, também compartilhou em sua rede social o resultado da brincadeira; confira no site do Diário galeria de fotos com os famosos rio-pretenses que também aderiram ao app - Reprodução/Instagram/@fidumaejeca

Com mais de 100 milhões de downloads, o FaceApp volta a virar febre nas redes sociais entre os usuários famosos e anônimos. Quase um ano depois de o aplicativo viralizar no Brasil com os rostos das pessoas envelhecidas, desta vez a timeline do Facebook e o feed de notícias do Instagram trazem as postagens de como homens ficariam se fossem mulheres e vice-versa. A hashtag #faceappchallenge viralizou e já tem mais de 206 mil publicações só no Instagram.

Alguns famosos conhecidos, principalmente, pelo público rio-pretense, como o Fiduma, da dupla com Jeca; Paula Vaccari, mulher do Cristiano da dupla com Zé Neto; Barbara Evans (que mora na região); cantora sertaneja Naty Lima, entre outros, participaram da brincadeira e compartilharam o resultado. Confira a galeria de fotos no site do Diário da Região.

O aplicativo usa a Inteligência Artificial (IA) para transformar as fotos dos usuários. Além das duas funções, que viralizaram nas redes sociais, o FaceApp também traz edições de fotos, tira as linhas de expressões dos rostos dos usuários, altera o fundo da foto, muda o penteado, insere a barba, entre outras funções. Algumas delas são gratuitas, mas outras são pagas. Para participar da #faceappchallenge, o usuário deve baixar o aplicativo, selecionar a foto que queira alterar e escolher a edição que queria fazer.

Como também aconteceu no ano passado, polêmicas envolvem o aplicativo, principalmente em relação a segurança dos dados dos usuários. O debate gira em torno dos termos de uso do app e também a política de privacidade. É importante saber que, ao baixar o FaceApp, o usuário permite que ele tenha acesso aos seus dados pessoais. As autorizações estão no termo de uso. Especialistas recomendam que cada usuário leia os termos antes de permitir que o app tenha acesso.

Em resposta a alguns usuários, o FaceApp explica que eles utilizam a tecnologia de IA, o que torna impossível editar uma imagem em um smartphone. Segundo o app, as imagens são compartilhadas com o servidor, processadas automaticamente apenas por computadores e excluídas após 48 horas. O aplicativo ainda ressalta que não armazena os dados pessoais dos usuários e também não os usam em casos públicos.

Confira galeria de fotos

Divulgação/Facebook

Pagamentos por app

O Facebook escolheu o Brasil para entrar na disputa pelo mercado de meios de pagamentos por meio do Whatsapp, aplicativo de conversas. O serviço será prestado em parceria com players locais como Banco do Brasil, Cielo, Nubank e o Sicredi. O anúncio foi feito nesta semana, pelo executivo-chefe do Facebook, Mark Zuckerberg, em seu perfil nas redes sociais.

Segundo ele, o serviço também estará disponível para pequenas empresas, que poderão fazer vendas diretamente pelo WhatsApp. Segundo ele, o serviço também estará disponível para pequenas empresas, que poderão fazer vendas diretamente pelo WhatsApp. Para isso, conforme, Zuckerberg, a marca está criando o Facebook Pay, que vai permitir que usuários façam pagamentos por meio de aplicativos. "O Brasil é o primeiro país em que estamos lançando amplamente pagamentos no WhatsApp. Mais novidades em breve", disse Zuckerberg.

Maior controle

Ainda nesta semana, o presidente executivo e fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou que sua rede social vai permitir que usuários dos Estados Unidos desativem a função que permite mostrar propagandas políticas no feed. Em um artigo publicado no jornal americano USA Today, Zuckerberg afirmou que, mesmo com a decisão, o Facebook ainda vai notificar seus usuários sobre as eleições marcadas para o final do ano no país.

(Com Agência Estado)