SÃO JOSÉ DO RIO PRETO | SEGUNDA-FEIRA, 26 DE JULHO DE 2021
ARTIGO

Mel

Claudia PaixãoPublicado em 10/04/2021 às 15:18Atualizado há 06/06/2021 às 09:09
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O neurocirurgião Eduardo Silva (Johnny Torres/Arquivo)

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Mel

Claudia PaixãoPublicado em 10/04/2021 às 15:18Atualizado há 06/06/2021 às 09:09

O neurocirurgião Eduardo Silva (Johnny Torres/Arquivo)

O mel é um alimento produzido da extração do néctar das flores com o auxílio das enzimas digestivas das abelhas. O sabor, o aroma e cor do mel varia de acordo com as floradas, clima, tipo de flor e de abelhas. Desde a antiguidade o mel tem sido usado como alimento e medicamento.

O mel é composto de grande quantidade de carboidratos (glicose e frutose - fonte rápida de energia e calorias), enzimas e antioxidantes, é pobre em proteínas, tem zero de gordura, e as vitaminas A, B1, B2, B3, B6, B7, B9, B12, C, D, E, K, os minerais cálcio, cobre, ferro, fósforo, manganês, magnésio, potássio, sódio e zinco.

A associação com própolis potencializa os efeitos antioxidantes e antiinflamatórios do mel. Os antioxidantes presentes no mel auxiliam na melhora da função cardíaca e cerebral (memória e concentração), na saúde dos olhos, na redução de doenças cardiovasculares, de acidente vascular cerebral e doenças neurodegenerativas. O uso de mel estimula a conversão do triptofano em serotonina (sensação de prazer, bem estar) e em melatonina (sono). O mel contribui para evitar a degeneração celular e auxilia na prevenção do envelhecimento precoce. O mel ajuda a diminuir a oxidação do LDL, a redução de triglicerídios, aumenta o HDL, eleva o fluxo sanguíneo, reduz a aterosclerose e a formação de coágulos; o que minimiza os riscos de doenças cardiovasculares e de hipertensão arterial.

Os nutrientes do mel reduzem o tempo de cicatrização e cura das feridas, de queimaduras, de úlceras nos diabéticos, herpes oral e genital, dermatite seborréica e caspas. Os seus nutrientes, como o ácido glucônico colaboram para aumentar a imunidade, com ação contra bactérias, fungos, vírus, dor de garganta, tosse, processos inflamatórios da garganta e pulmões, gripes e resfriados.

O mel é considerado um prebiótico responsável por nutrir as bactérias boas da flora intestinal, protege e recupera a mucosa gástrica, facilita a digestão e o transito intestinal e o uso tópico melhora hemorróidas. O mel pode ser usado para substituir o açúcar em bolo, tortas e sucos. Devido ao alto índice glicêmico, o mel deve ser consumido com moderação (1 colher de chá de 10 g a 1 de sopa de 25 g), evitado em crianças até 3 anos, diabéticos e em pessoas com alergia.

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Eduardo Silva
 
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