Pandemia com abalos fúteis

ARTIGO

Pandemia com abalos fúteis

O atual governo federal está procurando fazer do país uma das mais notáveis nações do planeta


O isolamento social recomendado pelo Comando Central de Saúde para se proteger desta terrível pandemia, além de ser necessário, está se tornando local também para analisar o rosário de condutas que corre de modo paralelo no país, estados e municípios, onde se pode rotular como abalos fúteis, mormente quando se vê a politização da saúde, ofensas e criticas intermináveis sem qualquer fundo de verdade. Estão se esquecendo que atualmente a virose da Covid-19 é a tragédia do século XXI, com o anúncio de mais de 52 mil mortes refletindo o triste retrato da dor e do luto de milhares de famílias brasileiras, podendo até ser parentes. Com olhos lacrimejantes, só nos falta rezar ao Senhor para que encontremos paz na sua misericórdia. Os critérios de tratamentos, efetivos ou não, são diversos e polêmicos, e mesmo assim são motivos de críticas maldosas nos meios de divulgação, apontando culpados de modo aleatório, indevido e até maldoso.

Incentivando esses abalos fúteis, a mídia não cessa de fazer críticas ao atual governo federal, o qual jamais deixou de amparar o país nesta batalha sanitária, bastando rever tudo o que já foi feito e continua fazendo.

No Espaço Aberto do Estadão sobre "ódio", Celso Lafer diz: "as palavras e as mensagens de ódios e suas consequências são um risco para o tecido democrático". Na perspectiva da Constituição, põe em questão um dos objetivos fundamentais da República, que é o de promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. Jornalistas de boca ou de caneta, em sua grande maioria, precisam doravante, como brasileiros que são, e acima de tudo patriotas, deixarem cair a fúria do ódio em suas faces e começar a sorrir para os seus conterrâneos.

Em Brasília, no último domingo, novas passeatas, desta vez, grupos de "pró" e "contra" Bolsonaro de modo pacífico, na Esplanada dos Ministérios. Não obstante, o curioso é que os "contra" protestam para manter a democracia. Ora, tais cenas parecem surreais e até incoerentes, pois Bolsonaro sempre diz: "a nossa missão neste país, como Presidente da República, é defender a Pátria sem corrupção, o povo e a Ddemocracia em toda a sua plenitude".

É preciso continuarmos a nos protegermos desta pandemia e, mais ainda, prestigiarmos o atual governo federal, que procura fazer do país uma das mais notáveis e prósperas nações do planeta, pois foram eleitos para recuperar os cofres públicos deixados pelos governos anteriores, e como de fato conseguiram. Caso contrário, estaríamos literalmente perdidos diante desta terrível virose. Não há mais espaço de politicalhas e tão pouco libertinagens, se não a esquerda destruirá novamente o nosso país. Como se diz nos esportes, "em time que está ganhando não se mexe". Qualquer tentativa de intervenção militar está totalmente descartada, a não ser para repor a ordem se necessário for.

As Forças Armadas já estão sabendo de tudo e preferem que seja reinada a democracia em toda a sua plenitude, através da harmonia de todos os Poderes, desde que não haja abuso de autoridade, fora dos princípios da CF vigente.

Nelson Nagib Gabriel, Médico e advogado; Rio Preto.