Perdão de Deus

Cartas do leitor

Perdão de Deus


Iniciamos neste domingo a 24º semana do Tempo Comum aos poucos nos aproximamos do fim de mais um ano litúrgico e acompanhamos Jesus anunciando e instaurando o Reino de Deus aqui na Terra como era a vontade do Pai. Um reino de amor, justiça, paz e perdão como poderemos observar na liturgia de hoje, neste mês da Bíblia e do Jubileu da Terra.

Realizamos neste final de semana a coleta para os lugares Santos, ou seja, a coleta da missa é destinada aos locais Santos espalhados pela Terra Santa administrados pela Igreja. Precisa manter esses locais e eles são mantidos com a ajuda dos fiéis católicos espalhados pelo Mundo, para que a Igreja continue a sua missão evangelizadora. É a coleta da sexta-feira santa que não foi realizada no dia e que o Papa Francisco transferiu para o domingo próximo da festa da exaltação da Santa Cruz.

A liturgia deste domingo nos fala do perdão que recebemos de Deus e esse perdão que eu recebo d'Ele devo transmitir ao meu irmão. Que possamos nos perdoar mutuamente assim como Deus nos perdoa. O mal da humanidade muitas vezes é a falta de perdão. Se quisermos construir um mundo melhor devemos começar praticando o amor misericordioso que vem de Deus uns para com os outros. Só teremos paz no mundo quando as pessoas se abrirem ao perdão e por consequência ao amor de Deus que é fruto desse perdão.

Jesus nos ensina o caminho do amor e do perdão para que possamos agir com nossos semelhantes da mesma maneira que Ele age conosco. Que não guardemos no coração aquilo que porventura alguém fez de mal a nós. Deus nos conceda a graça que devemos pedir cotidianamente para que procuremos rezar pela pessoa que fez o mal e pedindo que intervenha na vida dela para que ela mude suas atitudes e procuremos estar em paz com Deus, por meio do sacramento da confissão, buscando sempre o seu amor e a sua misericórdia que são infinitas.

Que a Virgem Maria, Senhora das Dores, que iremos celebrar no próximo dia 15 de setembro, nos auxilie nesse caminho de sempre estar dispostos a fazer a vontade de Deus e ela nos direcione para o caminho do amor. Enquanto o mundo gira a Cruz permanece de pé! Vamos exercitar o perdão!

Dom Orani João Tempesta - cardeal e arcebispo metropolitano do Rio de Janeiro

Volta às aulas

Sobre a notícia de que 74,9% dos pais são contra a volta às aulas presenciais neste ano, em Rio Preto, com certeza os pais que tiverem o mínimo de amor nos seus filhos e em seus familiares não permitirão que seus filhos vão à escola ou em qualquer outro lugar que tenha aglomeração! Os meus não vão nem na escola nem em lugar algum até tudo isso não passar.

Viviane Bertelli - via Facebook, Rio Preto

Volta às aulas-2

Sou completamente contra a volta às aulas. A minha filha eu não mando. Os pais que levam seus filhos à praia, como estão dizendo, estão com os filhos sob seus cuidados, mas na escola a criança está só, sem ninguém. Por mais que os responsáveis fiquem atentos, criança é criança - vai abraçar o amiguinho, trocar lanche, mais um monte de coisas.

Elizangela Mara Sacomani - via facebook, Rio Preto

Volta às aulas-3

A pior das incompetências para o gestor Público é a transferência de responsabilidades. O gestor que possui opinião sobre a coisa pública sem viés político partidário, este reconhecidamente merece o ouvidos e o ombro do seu povo. Principalmente quando a postura ética embasada em princípios técnicos e de senso comum é esperado pelo povo. Ora, senhores e senhoras gestores públicos da 'capitania' de Rio Preto, não queiram transferir a responsabilidade do seu ato ao povo.

Também não é digno as vossas posturas imitando Pilatos. Porém, esperamos as vossas posturas imitando Maximus no filme "O Gladiador". Resta saber se o vosso exército verdadeiramente os honrarão.

Fernando Penna - via Facebook, Rio Preto

Ignorância

Neste período em que nos recolhemos em nossos cantos e ficamos apreensivos, com medo de um vírus que cruzou oceanos e chegou sorrateiro em tudo quanto é canto, espalhado sabe-se lá como, amedrontando nosso caminhar, nossos empregos, nossas aulas e nossa vida cotidiana.

Não sabemos por qual motivo tínhamos que nos esconder em nossos recônditos, mas o fizemos. Proibimos filhos e pais de saírem. Adotamos práticas que jamais teríamos motivo para fazer como fazer assepsia de nossas mãos com álcool em gel, uso de máscaras diariamente, limpar nossos sapatos e deixá-los fora da porta.

Será que era preciso vivermos meses assim? Longe dos nossos bares e restaurantes. Fugindo das praias e natureza? Abandonar viagens e sonhos feitos meses antes? Precisamos deixar nossas faculdades, perdendo meses de estudo? E quantos casais tiveram seus matrimônios adiados, festas canceladas, encontros, viagens?

Nós, mesmos com cursos superiores, mestrados, doutorados pouco sabemos deste vírus, desta doença. Mas, e as outras? Deixaram de existir? Suas formas de contaminação desapareceram ou, no mundo "hoje" só existe a Covid-19?

Vamos pensar: A ignorância é uma bênção porque se você não acredita na dor, não existe dor. As pessoas deveriam temer o desconhecido, mas a ignorância é uma benção quando o conhecimento pode ser assustador. Será que colocar um valor em tudo será relativo? Se assim o for, logo a ignorância é uma benção.

Mas, precisamos romper com a ignorância que nos é comum para evitarmos espalhar "fake News" e vivenciar a verdade. Antes de dispararmos o que nos chega pelas redes sociais, façamos uma avaliação e busquemos a verdade.

Saiamos da ignorância para um mundo melhor!

Gregório José, Rio Preto