COLUNA DO DIÁRIO

Concessão prevê R$ 38,3 milhões em aeroporto

Audiência pública que discutiu concessão de aeroportos no Estado de São Paulo ocorreu nesta terça


Bombeiros trabalham na limpeza de vidros na parte externa do aeroporto
Bombeiros trabalham na limpeza de vidros na parte externa do aeroporto - Johnny Torres

A concessão do aeroporto de Rio Preto prevê investimento de R$ 38,3 milhões no aeroporto de Rio Preto nos próximos 30 anos. Durante a realização de audiência pública nesta terça-feira, 12, promovida pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) houve previsão de que nos primeiros primeiros anos o concessionário terá de fazer investimento de R$ 12 milhões no aeroporto.

O governo do Estado planeja conceder 22 aeroportos administrados e operados pelo Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp), órgão vinculado à Secretaria de Logística e Transportes. A audiência foi o primeiro passo antes da realização de licitação, que prevê um investimento total de R$ 700 milhões em todos os aeroportos durante todo o período do contrato.

O objetivo do governo é modernizar aeroportos e ativar a economia regional. Na audiência pública foram propostas alterações no edital de licitação e projetos obrigando outros investimentos não previstos no projeto.

"Mesmo durante a pandemia de coronavírus, onde há necessidade de isolamento social, não podíamos deixar de abrir um espaço para essa etapa. A participação, embora não seja presencial, enriquece e dá legalidade ao processo", disse a diretora Geral Interina da Artesp, Renata Perez Dantas. A reunião foi realizada de forma virtual.

A expectativa do governo é de que a assinatura do contrato ocorra no início de 2021. "O vencedor terá de comprovar qualificação técnica em gestão aeroportuária, seja da própria empresa ou consórcio, ou de pessoas de sua equipe ou mesmo por meio de subcontratação qualificada. A previsão é de que o edital de licitação seja publicado no início do segundo semestre e o leilão, realizado antes do fim do ano", consta em nota.

Parecer - O presidente da Câmara de Guapiaçu, Junior Pereira Cardoso (PSDB), recebeu o parecer jurídico sobre a denúncia contra o prefeito Carlos Cesar Zaitune (MDB), que teria recebido propina de R$ 400 mil pelo doação de área pública a uma madeireira em 2018, mas não deve instaurar a CPI pedida por cinco vereadores. O parecer indica o arquivamento do caso no Legislativo. Cardoso, que é cotado para ser vice de Zaitune, encaminhou a representação à Polícia Civil e ao Ministério Público.

Terceirizadas - A vereadora Márcia Caldas (PSD) protocolou requerimento em que pede para a Prefeitura de Rio Preto cópias de contratos de empresas terceirizadas que prestam serviços à Secretaria de Educação. Ela quer saber quais contratos foram suspensos pelo município e quais postos de serviço e em quais quantidades foram suspensos pela Secretaria de Administração por conta da pandemia da Covid-19.

Divulgação

Aliviado

Deu negativo o teste de Covid-19 do vereador Renato Pupo (PSDB). Ele segue na quarentena e participou de maneira virtual da sessão. Pupo realizou o teste depois que seu irmão, o procurador Luciano Pupo, testou positivo para o coronavírus. O vereador do PSDB disse que fez o exame dentro do projeto "sentinela", da Prefeitura de Rio Preto, que tem como objetivo identificar novos casos no município.

Radar

O vereador Jean Charles (MDB) pediu a instalação de um radar em frente ao CPI-5. Durante a sessão, ele disse que motoristas passam no sinal vermelho, mesmo em frente do quartel da Polícia Militar, na avenida dos Estudantes.

Sem ação

O vereador Fábio Marcondes (PL) ameaça apresentar projeto de lei que impede a Procuradoria-Geral do Município de ingressar com ações de execução fiscal durante o período da pandemia da Covid-19. A proposta está no forno.