Secretário de Trânsito admite problema em horário de pico em Rio Preto

TRANSPORTE COLETIVO EM DEBATE

Secretário de Trânsito admite problema em horário de pico em Rio Preto

A afirmação foi feita durante sabatina na Câmara de Rio Preto


Secretário de Trânsito, Amaury Hernandes, durante sabatina da Câmara de Rio Preto nesta terça, 28
Secretário de Trânsito, Amaury Hernandes, durante sabatina da Câmara de Rio Preto nesta terça, 28 - Reprodução/Youtube

O secretário de Trânsito de Rio Preto, Amaury Hernandes, admitiu nesta terça-feira, 28, que há problemas no transporte público da cidade durante o período de pandemia de Covid-19, mas que eles representam menos de 5% das viagens, e que são oferecidos mais ônibus do que são necessários para a cidade.

A afirmação foi feita durante sabatina na Câmara de Rio Preto. Hernandes foi chamado para falar a respeito da lotação nos ônibus, alvo de reclamações por parte da população aos vereadores. Segundo o secretário, no mês de julho, no entanto, foram registradas 11 reclamações na pasta sobre lotação nos coletivos.

Marco Rillo (Psol), Márcia Caldas (PSD) Renato Pupo (PSDB), Celso Peixão (MDB)foram os mais críticos e questionaram o secretário especialmente sobre a quantidade de ônibus que circulam atualmente na cidade. Segundo cálculo apresentado pelo secretário, hoje a média de passageiros transportados é de 46 mil por dia, contra 40 mil antes da pandemia. Atualmente, são 1.720 viagens contra 1.543 na época pré-Covid.

"Temos problemas, principalmente nos horários de pico, mas estamos trabalhando para resolvê-los", disse o secretário.

Previdência

Os vereadores ainda aprovaram, em primeira votação, o projeto que reajusta a contribuição da Prefeitura sobre o 13º salário. O tema gerou debate entre os vereadores e motivou até um pedido de adiamento do vereador Marco Rillo, que foi derrotado por 11 votos a cinco. Segundo o presidente da Riopretoprev, Jair Moretti, não há motivo para polêmica. "Toda vez que muda o cálculo atuarial, muda a lei. O déficit atuarial da Riopretoprev era de R$ 1,6 bilhão e caiu para caiu para 1,4 bilhão. Teve também um outro aspecto. A lei vigente ia até 2047, mas o Ministério da Previdência alterou esse período e foi para 2054, o que diluiu esse prazo."