SÃO JOSÉ DO RIO PRETO | QUINTA-FEIRA, 11 DE AGOSTO DE 2022
CARTAS DO LEITOR

Reconhecimento

Publicado em 27/06/2022 às 22:12Atualizado em 27/06/2022 às 23:19

Parabenizo o presidente da APM (Associação Paulista de Medicina) - Regional São José do Rio Preto, Leandro Freitas Colturato, pelo artigo “Homenagem Especial”, publicado no Diário da Região. Sem questionamentos, peço licença para fazer minhas as palavras dele, diante de observações tão coerentes e sensatas a respeito da nossa profissão.

Claro que todo reconhecimento da sociedade para com os profissionais da saúde, diante de uma pandemia como essa, que ainda estamos enfrentando, é válido. Mas o fato desse reconhecimento ter sido trazido à tona somente na hora mais crítica, preocupa.

A batalha pela vida, as dificuldades da profissão, os desafios de lidar com pessoas, sonhos, sentimentos e fragilidades, são fatores inerentes aos profissionais que atuam diariamente em hospitais, clínicas, unidades básicas de saúde, prontos atendimentos, entre outros.

Não somos perfeitos, somos seres humanos, mas diante da vida, precisamos chegar o mais perto disso. Situação que se torna desgastante frente aos desafios. Nosso País possui várias realidades. Aqui em São José do Rio Preto somos, de certa forma, privilegiados pela estrutura e condições de trabalho. Mas sabemos que nem todos são assim. Por isso, as dificuldades têm que ser observadas e levadas em consideração.

Lutamos sempre para valorizar cada profissional da saúde. Pessoas que merecem não apenas serem homenageadas, mas reconhecidas e tratadas com a importância que têm junto à sociedade.

José Luis Crivellin - presidente do Conselho de Administração da Unimed Rio Preto

Estrada de ferro

O jornal “O Poder Moderador”, de Rio Preto, edição de 30/8/1911, informava que a linha do trem já alcançara (Catanduva), o que se deu em 1/5/1910, mas as malas do correio com destino a Rio Preto, cuja estrada chegou em 9/6/1912, continuavam vindas por Bebedouro, numa atitude irritante e sem sentido.

O inteligente glosador Zé do Xico, fazendo mote, publicava versos no “O Poder Moderador” de 17/9/1911, sob o pseudônimo “Estafeta”, uma “Canção Postal” citando o nome de (Catanduva):

Tudo passa nesse mundo,

Passa o vento, passa a chuva,

Só uma coisa não passa;

A mala por Catanduva.

Passa a forte carraspana,

Do vinho de pura uva.

Só uma coisa não passa;

A mala por Catanduva.

Passa a mãozinha mimosa,

Escondida em fina luva,

Só uma coisa não passa;

A mala por Catanduva

A mandioca também passa,

E se diz mandioca - puva,

Só uma coisa não passa;

A mala por Catanduva.

Passa-porte, Passa Moleque,

Passa o trem em “Boituva”,

Só uma coisa não passa;

A mala por Catanduva.

Pesquisa extraída do jornal “Poder Moderador”, de São José do Rio Preto, cedido por Lelé Arantes.

Nelson Bassanetti, Catanduva

Conta-gotas

Eleitores, cidadãos, somos humilhados a ter que escolher entre candidatos condenados (que tiveram seus julgamentos adiados por uma corte tendenciosa), o que apenas adiou a condenação.

Escola Cívico/militar, o que tem de errado? Onde está a educação, disciplina, e respeito em um ambiente em que educadores são respeitados, muito contrário de hoje, em que são agredidos. Em tempo: será que terão de abolir a obrigação de servir ao Exército quando completar 18 anos? Na análise dos defensores, estaria acontecendo uma imputação de ideologia.

A mais nova tentativa de ataque ao governo é uma CPI do Ministério da Educação. Estão tentando a todo custo colocar o presidente como réu. Mesmo assim, o presidente consegue administrar o País.

Uma análise simples por um cidadão cumpridor de seus deveres vê a tentativa de volta ao poder, elementos tão próximos aos crimes, tão ligados diretamente aos mesmos, fazendo campanhas. Em tempo: não foram absolvidos, e sim adiados os julgamentos por um colegiado tendencioso e aparelhado.

Marcos Reis, Rio Preto

Corredor de ônibus

As multas nos corredores de ônibus na avenida Philadelpho Gouveia Netto, aplicadas tanto pela GCM quanto pela PM, são questionáveis porque ali perto tem tem centros de saúde e, quando o motorista entra para deixar um paciente ou sai, logo em seguida, na entrada do viaduto que liga a avenida Bady Bassitt pode ser multado se houver blitz.

Outra questão: por que tal fiscalização não é feita também nas avenidas Alberto Andaló ou Bady Bassitt, onde o fluxo de ônibus é maior?

Se fizerem uma pesquisa sobre os acidentes de transito, irão verificar que são maiores nas outras vias. Isso porque carros e motos disputam o mesmo espaço, onde há corredores de ônibus, que na minha opinião são impraticáveis onde a necessidade maior seria ruas e avenidas devidamente bem cuidadas e sinalizadas (com menos buraco e ondulações e principalmente sem sinalização em muitos pontos da cidade, exemplo avenida Dr. Ernani Pires, zona norte da cidade que liga bairros ao principal distrito industrial).

Sou a favor de muitas regulamentações e regras de trânsito, mas corredor de ônibus no modelo atual acho impraticável.

Douglas Soares, Rio Preto

ICMS

Sobre a notícia publicada no Diário da Região de 25/6 de que quatro deputados federais da região de Rio Preto – Eleuses Paiva, Fausto Pinato, Geninho Zuliani e Luiz Carlos Mota – votaram favorável pela redução do ICMS dos combustíveis.

Como eleitor que já confiou seu voto em um desses quatro candidatos e como tem tido conhecimento pela imprensa por vários economistas jornalista diretores de empresas petrolíferas e mesmo sindicato dos caminhoneiros que essa medida é inócua e não vai reduzir os preços dos combustíveis afirmando que se trata simplesmente de medida eleitoreira. Assim sendo, tenho certeza que os eleitores gostariam que os quatro nobres deputados explicassem, neste espaço, as razões de seus votos.

Paulo Delabona, Rio Preto

 
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