Logística faz times se preocuparem

Brasileirão

Logística faz times se preocuparem


Logística faz times se preocuparem
Logística faz times se preocuparem - Pixabay

A próxima edição do Brasileirão vai representar uma batalha a ser vencida tanto em campo como no planejamento logístico de viagens. O anúncio da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) de que a competição continuará com 38 rodadas e tem previsão de durar de agosto até fevereiro de 2021 vai significar para os clubes a necessidade de repensar em detalhes o cronograma de voos, fazer boa escolha de hotéis e preparar possíveis locais de treinos em outras cidades. Tudo isso sem descuidar do novo coronavírus.

Os 20 participantes da Série A aprovam a manutenção do formato em pontos corridos, mas sabem o quanto será intenso jogar pelo Brasileirão 38 vezes ao longo de seis meses, com duas partidas por semana e ainda com compromissos por outras competições, como Copa do Brasil e torneios internacionais. Por isso, será fundamental planejar horários para viagens, conexões com a espera mais curta possível em aeroportos, novos tipos de treinos, rodízio de titulares e até pensar em hotéis com estrutura de higiene aprimorada.

A CBF se encarrega de pagar as despesas de viagem e hospedagem, mas cabe aos times escolher qual é a melhor programação.

A definição da agenda pode forçar nesta nova era um time preferir, por exemplo, viajar para o próximo jogo de antevéspera e não mais na véspera, por confiar que na cidade seguinte terá uma estrutura melhor. Inclusive, os próprios clubes têm acordos de colaboração para cederem as estruturas dos CTs um ao outro.

Uma vontade dos clubes é que a tabela possa ser alterada e um time possa em uma sequência realizar partidas em cidades próximas, para diminuir o desgaste.

Times e a CBF prometem ter atenção com as acomodações, que vão precisar ser individuais e com o atendimento aos critérios de higiene. As agendas ainda podem ser impactadas por decretos locais que proíbam partidas, mesmo com portões fechados.