Muros de sede são pichados com ameaças

CORINTHIANS

Muros de sede são pichados com ameaças


Muros da sede social amanheceram com 
ameaças a Andres Sanchez
Muros da sede social amanheceram com ameaças a Andres Sanchez - Reprodução Facebook

Os muros da sede social do Corinthians, o Parque São Jorge, foram pichados na noite da última quarta-feira com palavras de ordem contrárias ao presidente Andrés Sanchez. Dentre as pichações constam pedidos de impeachment e ameaças de morte. Vale lembrar que a eleição para novo presidente do clube acontece no final deste ano. O clube divulgou na manhã desta quinta uma nota em que faz duras críticas.

Dizeres como "pilantra", "Andrés ladrão", "vai morrer" e "transparência ou morte" também foram registrados nos muros pelos manifestantes. Segundo eles, o "terror está começando". Até o momento, a autoria do protesto não foi assumida. As imagens dos muros pichados foram divulgadas por torcedores nas redes sociais e também por sites especializados em notícias do clube, como o Meu Timão.

"Tomamos conhecimento do lamentável episódio de vandalismo feito por covardes que, na calada da noite, mancham os muros e a imagem do Corinthians. A quem interessa isso? É lamentável que, em ano eleitoral, milicianos e patifes queiram tumultuar o trabalho sério que está sendo feito neste momento difícil. São 90 dias sem jogos e, consequentemente, queda abrupta de receita. Mesmo assim, ontem anunciamos um grande reforço e devemos anunciar novos patrocinadores e receitas em breve", escreveu o clube.

"Esse ato só interessa aos inimigos do Corinthians e serve de alerta para o lado mais baixo que uma eleição desperta em quem não trabalha pelo clube, mas sim pelo caos. Seguimos em frente, com a certeza de que criminosos serão punidos e de que o futuro do Corinthians não será manchado."

Vale lembrar que o mandato de Andrés terminará no final deste ano e as eleições presidenciais acontecerão em seis meses. Os torcedores estão insatisfeitos com a atual situação financeira do clube, que fechou 2019 com uma dívida de R$ 665 milhões.

As pichações acontecem um dia após o anúncio da contratação de Jô. Apesar de ter sido repatriado sem custos do Japão, ele terá um dos salários mais altos da equipe, junto a outros veteranos como o goleiro Cássio, o lateral-direito Fagner e o zagueiro Gil.