SÃO JOSÉ DO RIO PRETO | DOMINGO, 05 DE DEZEMBRO DE 2021
ECONOMIZE

Preço do café acumula alta de 31,47% em 12 meses em Rio Preto

Confira pesquisa de preços de 103 produtos em 11 supermercados e economize

Da Redação
Publicado em 25/11/2021 às 22:33Atualizado em 26/11/2021 às 08:42
Silvani Souza opta por marcas diferentes para economizar (Lucas Amancio 25/11/2021)

Silvani Souza opta por marcas diferentes para economizar (Lucas Amancio 25/11/2021)

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ECONOMIZE

Preço do café acumula alta de 31,47% em 12 meses em Rio Preto

Confira pesquisa de preços de 103 produtos em 11 supermercados e economize

Da Redação
Publicado em 25/11/2021 às 22:33Atualizado em 26/11/2021 às 08:42

Silvani Souza opta por marcas diferentes para economizar (Lucas Amancio 25/11/2021)

O café moído, presente no dia e, às vezes, até na noite do brasileiro continua subindo de preço nas prateleiras dos supermercados. Nos últimos 12 meses, o produto ficou 31,47% mais caro, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Somente no último mês, a alta foi de 4,34%.

Em pesquisa publicada pelo Diário no dia 29 de outubro, o consumidor tinha que desembolsar R$ 15,98 no maior preço do pacote de 500 gramas do café tradicional. Nesta semana, o produto foi encontrado por R$ 19,49, o que representa um aumento de R$ 3,51. No menor preço, o grão moído passou de R$ 12,99 para R$ 13,99, diferença de R$ 1.

O economista Hipólito Martins Filho explica que as geadas ocorridas ao longo do ano foram um dos principais motivos para esses aumentos. “As geadas diminuíram a produção, o que aumentou o preço do café ao longo de 2021.”

Além disso, a pandemia de Covid-19 aumentou os custos de produção. “Com aumentos no preço dos fertilizantes e manutenção dos maquinários, o agricultor gastou mais para produzir o café. Uma das medidas para tentar cortar gastos foram demissões em massa, mas não foram o suficiente para driblar os gastos”.

Desde agosto, o pacote de meio quilo do café recebe grandes aumentos. Na ocasião, chegou a ser comercializado por R$ 8,83 no menor preço. Martins Filho afirma que dificilmente os preços voltarão ao patamar anterior. “A tendência é que eles continuem em alta. Pode até não subir mais, mas não há grandes chances de chegar a um patamar como o anterior.”

Os aumentos têm pesado no bolso da dona de casa Silvani Souza de Jesus, que buscou formas de economizar na hora de comprar o café. “Quando eu vejo que o produto está muito caro, opto por marcas mais baratas para não ter que deixar de comprar”.

“O consumidor pode substituir o café pelo leite, por exemplo, mas é uma questão de gosto pessoal. O ideal é fazer o próprio café e evitar consumir em bares e lanchonetes, onde o produto fica ainda mais caro”, completa o economista.

Pesquisa

Em pesquisa publicada pelo Diário nesta sexta-feira, 26, foram cotados os preços de 103 produtos em 11 supermercados de Rio Preto. A variação total foi de R$ 326,88. (Colaborou Lucas Amancio)

Clique aqui para ver tabela de preços de cesta básica

Clique aqui para ver tabela de preços de produtos de supermercados e atacarejos

Como evitar que o cartão de crédito se torne um vilão

O cartão de crédito é uma ótima forma de pagamento, mas se torna perigoso e pode comprometer as finanças se usado com irresponsabilidade. Pensando nisso, o consultor financeiro João Elias Martins separou algumas dicas de como evitar que o cartão de crédito se torne um vilão.

Use o cartão apenas como única forma de pagamento: Ao invés de carregar dinheiro no bolso, opte por utilizar o cartão como a principal forma de pagamento. Além de mais seguro, é mais fácil organizar os gastos através dos aplicativos bancários.

Tenha responsabilidade na hora de parcelar compras: O valor da parcela tem que ser considerado como um compromisso assumido no orçamento doméstico. Consumidores que assumem pequenas parcelas em prazo longo, que somadas a outras pequenas parcelas, ficam com a renda comprometida por um longo tempo. Evite ao máximo parcelas longas.

Nunca visualize o cartão como uma renda extra: Use apenas o que o seu orçamento permite. Se o limite do cartão é de R$ 2 mil, deve-se separar R$ 2 mil do salário ou renda para pagar a fatura.

Evite pagar a parcela mínima: Esta é uma decisão que só deve ser tomada de forma extrema. Quando chegar o dia do vencimento da fatura, e não tiver o dinheiro para pagá-la é sinal de que se deve tomar medidas de economia, pois já está correndo sério risco de endividamento.

Renegocie dívidas em aberto: Procure uma linha de crédito junto ao banco cuja taxa de juros seja bem menor do que a cobrada pela fatura de cartão de credito. Busque sempre quitar a fatura integral e não usar mais o cartão, até que a situação do parcelamento seja regularizada.

 
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