Homem é detido ao tentar vender cão furtado em Rio Preto

Furtado em Rio Preto

Homem é detido ao tentar vender cão furtado em Rio Preto

O animal havia sido furtado de uma residência no bairro Jardim Vetorasso, na zona Norte de Rio Preto


O cão da raça akita foi devolvido para a família
O cão da raça akita foi devolvido para a família - Divulgação/GOE Rio Preot

Um rapaz de 24 anos, suspeito de furtar um cão de raça akita, foi detido nesta sexta-feira, 11, pelo Grupo de Operações Especiais de Rio Preto (GOE), após anunciar a venda de uma filhote. O animal havia sido furtado de uma residência no bairro Jardim Vetorasso, na zona Norte de Rio Preto.

Segundo informações do delegado Fernando Tedde, a residência da vítima foi arrombada no dia 6 de setembro. Só a cadela foi levada.

Os donos da cadela registraram o furto do animal em boletim de ocorrência no dia 7 de setembro. A família chegou a postar fotos do pet em redes sociais, com apelo para devolução, porque pertencia a uma criança de três anos.

O caso foi repassado para o GOE, que então passou a monitorar as redes sociais até descobrir o anúncio do cão, que estava sendo vendido por R$ 1 mil. No mercado legal, cães dessa raça custam cerca de R$ 3 mil.

O inusitado é que a cadela da raça akita foi anunciada erroneamente como sendo da raça husky siberiano.

Durante as investigações, os policiais descobriram que o cachorro tinha sido vendido para uma família em Bady Bassitt. "Uma equipe recuperou o cão. A pessoa que comprou não será autuada por receptação, porque aparentemente comprou o cachorro de boa fé, sem desconfiar de sua origem", disse o delegado.

A dona do animal foi chamada na sede da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Rio Preto e, após fazer o reconhecimento do animal, teve o direito de levar a cachorra para casa.

"A Kirah (nome do cão) é um animal de estimação de nossa família. Pegamos ela com apenas dois meses. Sentimos muita falta dela nestes cinco dias em que ficou desaparecida. A minha filha de três anos é muito apegada", diz a proprietária da cadela.

Como não foi preso em flagrante, o suspeito vai responder o inquérito em liberdade, mas deve ser processado pelo crime.