Após Covid, agente da Guarda Municipal recebe alta em Rio Preto

DOIS DIAS NA UTI

Após Covid, agente da Guarda Municipal recebe alta em Rio Preto

Com 28 anos, o GCM sentiu mal-estar na segunda-feira, 22, com dores no corpo e falta de ar, e ao chegar no HB foi encaminhado direto para a UTI


Leonardo Archanjo, 28 anos, precisou de suporte de oxigênio
Leonardo Archanjo, 28 anos, precisou de suporte de oxigênio -

"Essa doença não tem como rastrear. Não sei de ninguém que testou positivo. Eu peguei, minha esposa e minha mãe pegaram. Não sei quem passou para quem". A afirmação é de Leonardo Archanjo, agente da Guarda Civil Municipal de Rio Preto, em entrevista ao Diário nesta quarta-feira, 25, depois de ganhar alta da ala de Covid-19 do Hospital de Base.

Com 28 anos, o GCM sentiu mal-estar na segunda-feira, 22, com dores no corpo e falta de ar, e ao chegar no HB foi encaminhado direto para a UTI. "A médica me disse que meu pulmão estava bastante fechado. Sentia falta de ar, fraqueza e dor no corpo", contou. "O mais debilitante é o cansaço", completa.

Com dificuldades de respirar, ele ficou com suporte de oxigênio, mas não precisou ser entubado. Dois dias depois de tratamento intensivo, o organismo reagiu bem e Archanjo foi para enfermaria e ganhou alta. "Foi um susto", afirma. Em casa, a esposa e a mãe testaram positivo, com sintomas leves da doença, como coriza. "Agora é isolamento total. São 14 dias isolados".

Archanjo, como outros guardas da corporação, tinha passado por teste rápido na GCM e testado negativo para o coronavírus. A Guarda e a Secretaria Municipal de Saúde não se pronunciaram sobre o caso.