Diário da Região

13/02/2004 - 00h11min

Ele e ela

De olho na paquera

Ele e ela

Orlandeli/Editoria de Arte NULL
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Um casal. Enquanto, ela se esforça para destruir a relação amorosa com as atitudes femininas mais repulsivas para os homens, ele tenta mantê-la por perto, teoricamente apaixonado, para assegurar seu contrato de trabalho. Esta é a idéia central do filme ?Como Perder Um Homem Em 10 Dias?, uma comédia romântica que mostra as diversas formas de conquistar ou perder uma pessoa, não importa o sexo. A exemplo da trama do filme, algumas pessoas vivem o cotidiano em busca de um par. Tanto homens como mulheres querem conquistar. Mas é no primeiro encontro que os interessados definem se o romance terá continuidade. E como e o que fazer para eles ou elas pedirem bis? De acordo com a psicóloga Sandra Valéria Sanitá Carneiro da Costa, paquerar faz parte do comportamento humano em todas as idades.

Quando se paquera deve-se dar a deixa para que o outro perceba a situação. Um olhar, um sorriso, um gesto e um espaço para que ele se aproxime, no caso da mulher. No masculino, é a mesma coisa, mas a dica é sempre se aproximar da pretendente com gentileza e cavalheirismo, gestos que ainda encantam as mulheres. ?Para que haja a paquera, devemos estar abertos a ela. Todo homem e mulher têm algo que cativa o outro, não só a beleza externa, mas algo que vem de dentro, ou seja, a simpatia, ou o senso de humor ou a cultura, a inteligência, a gentileza, educação, entres outros?, afirmou. Qualquer um desses itens pode ser um atrativo para fazer com que alguém se interesse realmente pelo outro. Há várias maneiras de deixar claro para uma pessoa que você gostou dela, como dar o telefone, elogiar, marcar um novo encontro, convidar para ir ao cinema. Tudo depende do local, da ocasião e das intenções das pessoas.

A psicóloga cita que num jantar, por exemplo, o comportamento deve ser mais requintado. ?Então, se você estiver interessado em arrumar uma paquera, não vá encher a cara, porque quando se conhece alguém é a primeira impressão que fica?, disse. Sandra enfatiza que é muito importante pensar antes de falar. ?Problemas pessoais devem ser evitados sempre, porque problemas todo mundo tem, mas existem hora e lugar certos para serem revelados. Ninguém sai para se divertir ou paquerar para ouvir problemas dos outros, principalmente de quem ainda nem conhece?. As partes também não devem se expor muito, devem falar de coisas agradáveis e gostosas de se ouvir. ?A simplicidade e as boas maneiras sempre caem bem?, diz a psicóloga Sandra.

Ela ressalta que sensualidade é diferente de vulgaridade. Tanto mulheres quanto homens podem ser sensuais ou charmosos sem ser vulgar. Para que um segundo encontro possa ocorrer, é preciso que no primeiro tenha havido reciprocidade. A pessoa interessada deve deixar claro para a outra que está a fim, que curtiu a noite, ou a tarde, por exemplo. ?Olhar com olhos que demonstrem interesse, pois, instintivamente, os indivíduos têm o dom da sedução. E, inclusive, é bom, gostoso e faz bem exercitá-lo?, afirmou. Homens gentis e amáveis agradam qualquer mulher, assim como mulheres bonitas e simpáticas atraem homens. A psicóloga diz que as formas de se paquerar, obviamente, são diferentes, mas vale lembrar algumas dicas. Numa festa ou boate, por exemplo, o homem deve primeiro olhar para a mulher, até que ela perceba a paquera. ?Se ela corresponder, pergunte com gestos se pode ir até ela, nunca peça que ela vá até você, sirva-lhe uma bebida, não coloque as mãos onde não deve, não se esqueça que vocês ainda não são íntimos?, explica.

O cheiro bom de um homem é sempre atrativo para uma mulher, mas não exagere na quantidade de perfume. A falta de educação, os maus modos, a deselegância, a bebedeira e a vulgaridade atrapalham qualquer tipo de tentativa de continuidade da paquera. Já a mulher, ao ser paquerada, se estiver interessada deve deixar claro que gostou do par. ?Dar o número do telefone, o e-mail, pedir o dele também se houver a recíproca, o caminho a ser seguido deve ser natural?, afirmou. Depois dos primeiros encontros, vem a dúvida: transar ou não? A psicóloga diz que esta é a segunda parte da paquera

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