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Diário da Região

03/04/2015 - 00h12min

No divã

Homens e mulheres no divã: do que eles e elas se queixam

No divã

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"Pelo amor de Deus, eu preciso de uma ajuda urgente, meu relacionamento está indo por água abaixo por causa de ciúme", "meu marido não é mais o mesmo", "me sinto muito sozinha", "quero me separar, mas meus filhos vão sofrer", "minha vida profissional está conturbada", "não consigo dormir", "não consigo administrar meu trabalho com minha vida pessoal". "Não consigo..."

Nesses tempos de hoje, a vida tende a ser estressante, e a qualidade de vida fica comprometida. Essas são algumas frases frequentes ditas por pessoas que entram em conflito pessoal, e quanto mais dúvidas surgem, mais os divãs dos terapeutas se abarrotam. Já foi o tempo em que muitos consideravam a terapia um mito, um bicho de sete cabeças ou mesmo uma vergonha. 

Muita gente hoje não consegue encontrar resposta para seus problemas e vê na análise uma solução, uma saída. Mas o que é terapia, afinal? O que tem levado cada dia mais homens e mulheres a lotar os consultórios de terapeutas? As reclamações de homens e mulheres são muito diferentes. Os homens chegam à terapia por problemas mais "existenciais". Chegam com crises de meia idade, ou profissionais. 

"Os homens são muito cobrados pela sociedade, eles têm de dar conta de ganhar dinheiro, fazer sexo várias vezes por semana, ter ereção, ser o forte da casa. Achar que não estão dando conta de algo, impotência, crises de ansiedade e pânico e estresse profundo estão entre as razões 'campeãs' deles", explica a psicóloga Karina Rodrigues.

Já as mulheres têm uma visão muito mais aberta da terapia, elas vão repartir os problemas. "Elas não precisam de nenhuma grande crise existencial para vir até nós", diz Karina. Uma insatisfação no casamento, os filhos adolescentes rebeldes, as amigas que não são como ela quer. A mulher entende que tudo está ligado e fala de presente, passado e futuro com mais flexibilidade. 

A falta de amor e acolhimento está presente em 90% das terapias com mulheres: as casadas querem se separar, as solteiras querem casar (sentem falta de um companheiro). Elas falam da dificuldade para engravidar ou a dificuldade de separar o profissional e o maternal. "As mulheres conseguiram muito espaço na nossa sociedade, mas não há tempo para exercer bem todos esses papéis", diz Karina.

As queixas deles

Relacionamento conjugal, administração do tempo, manutenção do sucesso profissional, sexualidade, redirecionamento de carreira, conflitos internos, ansiedade, distúrbios do sono, do apetite, sexuais, conflitos familiares (cônjuges, filhos), estresse, ansiedade, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), síndrome do pânico, necessidade de espaço seguro para expressar suas emoções, pressões no trabalho e na vida pessoal, depressão, estresse, problemas de comunicação familiar e profissional

As queixas delas

Depressão, ansiedade, distúrbios do sono e do apetite sexual, carência afetiva e falta de reconhecimento na vida pessoal e profissional, Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), síndrome do pânico, transtornos alimentares como anorexia nervosa e bulimia nervosa, falta de motivação para fazer exercícios físicos, dificuldade de relacionamento com marido e filhos, crenças internas limitantes (como não se achar merecedora ou capaz de atingir seus objetivos profissionais)

Onde buscar atendimento psicológico gratuito em Rio Preto

Núcleo de Psicologia da Unorp

Atua em quatro linhas – comportamental, psicanálise, psicodrama e gestalt-terapia. Atende de segunda a sexta-feira, das 8 às 22 horas, e aos sábados, das 8 às 12 horas. O núcleo fica na rua Reverendo Vidal, 321, no Jardim Alto Rio Preto. Informações: (17) 3232-5695

Centro de Psicologia da Unip

Atua nas áreas de psicoterapia breve adulto e infantil e adolescente, com plantão psicológico, avaliação psicológica infantil, além dos grupos de orientação aos pais. O Centro de Psicologia Avançada (CPA) funciona de segunda a sexta-feira, das 8 às 21 horas. O Centro de Psicologia Avançada fica na rua Teixeira de Freitas, 31, Vila Ercília. Informações (17) 3235-5031 ou 3235-5029

Faceres

Pessoas com mais de 14 anos podem procurar pelo serviço na Clínica-Escola de Psicologia, que fica na rua 15 de Novembro, 2.939, 3ºandar, sala 32, no Centro. De segunda a sexta-feira, nos períodos da manhã e da noite, e aos sábados de manhã. Informações: (17) 3304-2203 

Igreja Santa Luzia

Atende às segundas-feiras, das 14 horas às 16h30; quartas, das 8h30 às 11h30, e sextas, das 8h30 às 11h30. O público são moradores da Vila Sinibaldi, Vila São Joaquim, Jardim Novo Mundo, Jardim Urano e Jardim Ouro Verde. O atendimento é na secretaria da igreja e fica na rua Sírio Libanesa, 1.004 - Vila Sinibaldi. Informações: (17) 3227-2677 

Paróquia Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento

Os interessados devem ir ao escritório paroquial para se inscrever. O atendimento é feito conforme a disponibilidade do paciente e dos psicólogos. Fica na rua José Nogueira de Carvalho, 295, na Vila Maceno. Informações: (17) 3224-5584

Catedral

O Grupo de Estudo e Atendimento Psicoterapêutico Sé Catedral tem plantões psicológicos que funcionam às terças, quartas e quintas-feiras, das 9 às 11 horas e das 14 às 16 horas. No plantão, o atendimento é feito por ordem de chegada. Já a clínica funciona de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas, na Rua Tiradentes, s/n, em frente à Praça Dom José Marcondes. Informações: (17) 3234-2625

Paróquia Menino Jesus de Praga

Atende às terças, quintas e sextas-feiras, das 14 horas às 21h30. Fica na rua Teodoro Demonte, 465 - São Manoel. Informações: (17) 3304-6020

 

 


 

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