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Diário da Região

28/12/2016 - 21h12min

Artigo

Busque sua excelência

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Divulgação Rogério Martins é master coach e fundador da Academia Brasileira de Coaching
Rogério Martins é master coach e fundador da Academia Brasileira de Coaching

A qualidade de vida de uma pessoa é diretamente proporcional ao seu compromisso com a excelência, independentemente de sua área de atuação, afirmou Vince Lombardi. 

Há duas boas razões para que você seja sua melhor versão. 

Primeiramente, quando você dá o seu melhor na busca pela excelência, é mais feliz. 

Você somente se sentirá plenamente feliz, satisfeito e capaz de desfrutar de grande autoconfiança quando souber que é absolutamente excepcional em algo que é importante para você e para outras pessoas. Mas o que é esse algo? O que poderia ser? Essas são duas grandes questões da vida. 

"Felizmente, todos temos a capacidade inata de nos tornarmos excelentes no que fazemos e de alcançar o melhor desempenho em nossa vida e no campo que escolhemos", nos ensina Brian Tracy. Você tem a capacidade de agir em um grau "excepcional" e de alcançar proficiência em qualquer área que seja importante para si mesmo. O desenvolvimento da autoconfiança duradoura exige nada menos que isso. 

Mas como podemos nos diferenciar em um mundo onde a maioria das pessoas não oferece nada de especial? Uma das maneiras é lutando para nos libertar dos medos, das preocupações e das ansiedades que reduzem a imaginação e as ambições. E superando o que é convencional com percepção expandida, criatividade e realizações. 

Um dos maiores benefícios de ser considerada uma pessoa de excelência é que todo mundo quer fazer negócios com você ou ficar em sua esfera de influência. Todos sabem que as pessoas excelentes podem ajudá-los a expandir suas possibilidades e, por isso, confiam em sua capacidade de agir com responsabilidade, integridade e segurança. 

Em segundo lugar, o universo tem um modo de punir a preguiça e a arrogância. Muita coisa vai dar errado em sua vida - e no trabalho - sem que você precise ser negligente. Mas quando a gente se torna negligente, as coisas começam a ir por água abaixo. Pergunte ao pugilista que subestimou o adversário. Pergunte ao homem de negócios que subestimou o concorrente. 

Nossa autoconfiança está intimamente ligada à nossa autoestima e ao "quanto gostamos de nós mesmos". O psicoterapeuta norte-americano Nathaniel Brandon define a autoestima como "a reputação de uma pessoa para com ela mesma". A maneira como nos sentimos a respeito de nós mesmos e de nossas habilidades em relação a qualquer situação determina o quanto gostamos de nós mesmos e nos consideramos pessoas valiosas e dignas. 

Quanto mais apreciamos a nós mesmos, melhor nosso desempenho. Simples assim!

O outro lado da autoestima é o que os psicólogos denominam de "autoeficácia". A autoeficácia é uma medida de quão eficaz e competente nos sentimos para executar uma tarefa específica ou para alcançar nossos objetivos. 

Isso é chamado de "autoestima baseada em desempenho". Em outras palavras, se a nossa autoconfiança e a nossa crença em nós mesmos são determinadas pela nossa autoestima ou pelo quanto gostamos de nós mesmos, então a nossa autoestima é determinada pelo nosso sentimento de capacidade de agir sob qualquer conjunto de circunstâncias.

Por exemplo, se surge um problema no trabalho ou em casa e estamos tão familiarizados com ele que podemos resolvê-lo de maneira rápida e adequada, a nossa autoeficácia e autoestima se elevam. Sentimo-nos mais capazes, confiantes e mais dispostos a assumir outros desafios e dificuldades. Nós nos sentimos mais positivos e otimistas; sentimo-nos pessoas excelentes.

Se, por outro lado, um problema ou dificuldade surge e não conseguimos fazer nada para resolvê-lo, e nos sentimos frustrados ou ineficazes, nossa autoestima sofre e nossa autoconfiança despenca. Sentimo-nos negativos sobre nós mesmos e sobre nossas habilidades. Podemos até mesmo ficar irritados ou deprimidos, nos sentindo impotentes. 

O palestrante Jim Rohn, no texto intitulado "Faça o melhor que puder", o qual sempre compartilho com nossos acadêmicos nos programas de formação e certificação profissional em Coaching LPC da Academia, nos convida à seguinte reflexão: "Seja o máximo que possa ser, e aqui está o porquê: a resposta da vida é o crescimento. Quão alta uma árvore pode crescer aproximadamente? O mais alto que pode! Você nunca vai ouvir falar de uma árvore que cresceu a metade do que podia. Não. As árvores não crescem pela metade!" 

Nada nem ninguém poderá impedi-lo de ser a sua melhor versão, a não ser você mesmo. Lembre-se, leva tempo para ser grande, como para ser medíocre. O tempo vai passar, de qualquer modo. Seu principal dever é comprometer-se com a excelência, tornar-se cada vez melhor todos os dias, para nunca, nunca deter-se, até chegar ao ponto mais alto. Nos vemos no topo. Gratidão!

 

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