Diário da Região

19/11/2010 - 03h25min

Resistência

Vereadores resistem em votar lei que cassa homenagem a Seixas

Resistência

Guilherme Baffi Parise considerou projeto que cassa homenagem “equívoco”
Parise considerou projeto que cassa homenagem “equívoco”

Vereadores de Rio Preto que compõem a base aliada se recusaram a votar ontem o projeto de lei que prevê a retirada do nome do ex-deputado Nelson Seixas do programa de fomento cultural no município criado em 2005. Com a posição dos parlamentares, o chefe de gabinete, Alex de Carvalho, já admite a possibilidade do governo desistir da proposta em tramitação na Casa.


Ontem, durante as sessões extraordinárias, o presidente do Legislativo, Jorge Menezes (DEM), afirmou que já havia conversado com Alex e que a retirada do projeto teria de ser consumada para evitar uma derrota do prefeito Valdomiro Lopes (PSB). O chefe de gabinete, porém, afirmou que pretende conversar com os integrantes da base governista para “entender” quais os motivos da resistência a proposta.


Valdomiro propõe a alteração do projeto criado durante o governo do ex-prefeito Edinho Araújo (PPS) denominado “Prêmio estímulo Nelson Seixas.” Caso a proposta atual seja aprovada, a premiação passaria a ser denominada “Cultura para Todos.”


Ontem, durante a sessão, o vereador Oscarzinho Pimentel (PPS) sugeriu que o projeto enviado pelo Executivo chamasse “Nelson Seixas - Cultura para Todos.” O vereador Antonio Carlos Parise (PTB) afirmou que a retirada da homenagem é um “equívoco.” Nelson Ohno (PSB), Pedro Roberto (Psol), Nilson Silva (PSDB), Carlão dos Santos (PTB), Eduardo Piacenti (PPS), Alessandra Trigo (PSDB) também se manifestaram em favor do ex-deputado.


Os vereadores aprovaram ainda o aporte de R$ 2,4 milhões a Riopretoprev pela Prefeitura. Eles votaram a liberação de R$ 468 mil à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) - valor a ser dividido em 12 parcelas. Outro projeto aprovado é referente a realização de leilão para venda de imóveis do município.


Crítica


Durante a sessão, o vereador Daniel Caldeira (PSL), que substitui Marco Rillo (PT) suspenso por 60 dias, fez críticas aos integrantes da Comissão de Justiça. Ele queria a aprovação de projeto que prevê o subsídio de até 50% do valor da passagem de ônibus pela Prefeitura. O projeto foi arquivado com três pareceres pela ilegalidade. A presidente da Comissão, Alessandra, rebateu Caldeira ao dizer que a proposta era “politiqueira” e “um dos projetos mais ilegais e inconstitucionais” apresentados na atual legislatura.

   

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