Diário da Região

12/03/2009 - 03h16min

Fantasma

Vereadores ?racham? no caso Oscarzinho

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Rubens Cardia Conceição afirma que ainda não decidiu qual será o seu voto
Conceição afirma que ainda não decidiu qual será o seu voto
A Câmara vai rachada para a votação do projeto de resolução que anula os atos do presidente do Conselho de Ética, Marco Rillo, que abriu investigação do assessor fantasma no gabinete de Oscarzinho Pimentel (PPS). É grande a possibilidade de presidente do Legislativo, Jorge Menezes (DEM), ser obrigado a dar o voto de minerva que decidirá se as investigações em curso continuam ou se a investigação será arquivada. Se o projeto da Comissão de Justiça for aprovado, o Conselho de Ética terá de colocar em votação a abertura de nova investigação entre seus sete membros - cinco aliados do prefeito Valdomiro Lopes (PSB). A votação do projeto ocorre na próxima terça-feira, mas é o assunto que domina os corredores do Legislativo. Ontem, Rillo elaborou lista com nomes de sete parlamentares que seriam favoráveis à continuação da investigação. Na lista do petista estão, além dele, Pedro Roberto (Psol), Dinho Alahmar (PSB), Jorge Abdanur (PSDB), Walter Farath (PR), Maurin Ribeiro (PC do B) e Antônio Carlos Parise (PTB). ?Teríamos de conseguir mais dois votos para não empurra a decisão para o Jorge Menezes?, disse Rillo. Para aprovar, ou rejeitar o ?projeto da pizza?, são necessários nove votos.

O petista afirmou que Manoel Conceição (PPS) poderá ser o oitavo voto do grupo. Com o oitavo voto favorável à continuidade da investigação já em curso, caberia ao presidente da Casa decidir. O projeto de resolução apresentado pela comissão de Justiça foi baseada em recurso formulado por Oscarzinho. Ele pede que, antes da abertura da investigação do assessor fantasma, Rillo deveria ter colocado a denúncia apresentada pelo diretório do PT de Rio Preto em votação dos integrantes do conselho. ?Segui o artigo 15 do Código de Ética. Estou amparado por parecer da Diretoria Jurídica?, afirmou o petista. Os outros oito parlamentares são formados por vereadores que compõem a base de sustentação do governo do prefeito Valdomiro Lopes (PSB) na Câmara. Devem votar favorável ao projeto da Comissão de Justiça os vereadores Gerson Furquim (PP), Sebastião dos Santos (PRB), Alessandra Trigo (PSDB), Eduardo Piacenti (PPS), Nilson Silva (PSDB), Nelson Ohno (PSB), Carlão dos Santos (PSB) e o próprio Oscarzinho.

Esses vereadores, mais Dinho, Farath, Abdanur e Parise, participaram de reunião no gabinete de Valdomiro na última terça-feira. O prefeito pediu aos parlamentares uma definição rápida sobre o caso do fantasma na Câmara, já que ele considera o caso resolvido porque Oscarzinho propôs acordo com o Ministério Público. Ele quer devolver R$ 51 mil aos cofres públicos, o que tem de ser homologado pelo Conselho Superior do Ministério Público. Valdomiro espera uma definição do caso para nomear Oscarzinho secretário do Trabalho.

Conceição é assediado por oposição e base
O vereador Manoel Conceição (PPS), cortejado pelo situação e pela oposição, afirmou ontem que ainda não decidiu como irá votar no projeto de resolução. ?Estou analisando o regimento interno e o projeto de resolução. Gosto que tudo seja feito dentro da lei?, afirmou. O vereador do PPS disse que a proposta, caso aprovada, não arquiva a investigação do assessor fantasma na Casa. ?Se o projeto for aprovado, a questão voltará a ser analisada pelo vereadores que compõem o conselho. Quem garante que os integrantes do conselho não irão abrir essa investigação??, afirmou.

Conceição disse ainda que o diretório do PPS em Rio Preto deverá se reunir para deliberar sobre o posicionamento da bancada da legenda em relação ao projeto de resolução. Neste caso, a tendência é o partido sair em defesa de Oscarzinho. Ou seja, indicar que os seus vereadores votem favoráveis á proposta. ?A reunião ainda não foi marcada, mas o mandato pertence ao partido e não ao vereador?, afirmou Conceição, insinuando que deverá votar com os aliados de Valdomiro Lopes (PSB) a favor de Oscarzinho. Contra ele, porém, pesa a pressão que a Igreja Católica, seu reduto, deverá exercer sobre ele na votação.

Eduardo Piacenti (PPS) tem prometi

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