Diário da Região

08/10/2012 - 10h02min

Salvador

PMDB é o fiel da balança no 2º turno em Salvador

Salvador

Arquivo Nelson Caires: fatos foram ?distorcidos? por adversários na TV e em jornalzinho
Nelson Caires: fatos foram ?distorcidos? por adversários na TV e em jornalzinho

O PMDB do vice-presidente da República, Michel Temer, transformou-se no principal alvo de Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM) e Nelson Pelegrino (PT), os candidatos que disputarão o 2º turno da eleição em Salvador. Eles consideram fundamental o apoio do PMDB, cujo candidato, Mário Kertész, ficou em terceiro lugar, com 9% dos votos, e já avisou que encerra aqui sua vida política.

Na Bahia, o PMDB, principal aliado da presidente Dilma Rousseff, faz oposição renhida ao governador petista Jaques Wagner - a ponto de ter negociado com o DEM e o PSDB a articulação de uma candidatura única de oposição em Salvador. Por isso mesmo, os petistas consideram difícil uma conversão de todo o PMDB para apoiar Pelegrino.

Nessas condições, Wagner e Pelegrino esperam pelo menos rachar o PMDB, obtendo o apoio solitário de Kertész, o que deve ocorrer. O ex-ministro Geddel Vieira Lima que, com o irmão Lúcio Vieira Lima, lidera o PMDB na Bahia, teve ontem um encontro com Kertész e o racha ficou praticamente selado.

Além da posição contrária ao governo de Jaques Wagner, os irmãos Vieira Lima não esconderam o descontentamento com a participação da presidente Dilma na campanha de Pelegrino. "Nessa situação, acho natural que eles venham para o nosso lado", disse o presidente do DEM na Bahia, José Carlos Aleluia.

Ao governo federal, resta aumentar a pressão sobre a direção do PMDB baiano, tentando fazer com que volte a se aliar ao PT no Estado. A intenção da presidente Dilma é enquadrar Geddel, atualmente vice-presidente da Caixa Econômica Federal. Por enquanto, Wagner tem preferido não mexer com Geddel.

Michel Temer tem conversado com Geddel para que, se não for possível apoiar Pelegrino, pelo menos que se mantenha neutro. Temer está interessado em manter a paz com o PT. Afinal, o líder do partido na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), ainda não foi eleito presidente da Casa. Uma rusga maior pode levar o PT a retirar o apoio a Henrique Alves, o que poderia respingar no governo federal e levar a uma dissidência que não interessa, porque alianças entre petistas e peemedebistas serão fechadas para o 2º turno das eleições, como em São Paulo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Aviso: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Diário da Região. É vetada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. O Diário da Região poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema proposto.

Di´rio Im&ocute;veis

Di´rio Motors

Esqueci minha senha
Informe o e-mail utilizado por você para recuperar sua senha no Diário da Região.

Já sou assinante

Para continuar lendo esta matéria,
faça seu login de acesso:

É assinante mas ainda não possui senha? Clique Aqui!
É assinante mais quer redefinir sua senha? Clique Aqui!

Assine o Diário da Região Digital

Para continuar lendo, faça uma assinatura do Diário da Região e tenha acesso completo ao conteúdo.

Assine agora

Pacote Digital por apenas R$ 16,90 por mês.
OUTROS PACOTES


ou ligue para os telefones: (17) 2139 2010 / 2139 2020

Cadastro Grátis
Diário da Região
Clique no botão ao lado e agilize seu cadastro importando seus dados básicos do facebook
Sexo
Defina seus dados de acesso