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Diário da Região

05/05/2017 - 00h00min

REFLEXOS DA CPI

MP vê contradição e vai chamar testemunha para falar do lixo

REFLEXOS DA CPI

Vinicius Marques Integrante do Observatório Social, que apontou falhas na execução do contrato de lixo, depõe na CPI nesta quinta, 4
Integrante do Observatório Social, que apontou falhas na execução do contrato de lixo, depõe na CPI nesta quinta, 4

O promotor Sérgio Clementino aponta contradições em versões apresentadas por testemunhas ouvidas em CPI criada pela Câmara de Rio Preto para investigar os contratos do lixo entre a Prefeitura de Rio Preto e a Constroeste e respostas oficiais que recebeu do município no inquérito que ele investiga supostas irregularidades em três contatos. Diante das contradições a respeito da fiscalização dos contratos, o promotor disse nesta quinta-feira, 4, que também irá chamar para depor as testemunhas ouvidas na Câmara.

Nesta quarta, 3, depoimento de ex-assessora que integrava comissão para fiscalizar os milionários contratos entre 2013 e 2014 chamou atenção do promotor. Ana Letícia Merlotto Nardo afirmou que a fiscalização do contrato de coleta de lixo domiciliar, de resíduos de saúde e da faxina urbana eram falhos. Segundo ela, material da faxina urbana que poderia ser reciclado era levado pela Constroeste para aterro da empresa em Onda Verde. Segundo ela, o então secretário de Meio Ambiente Clinger Gagliardi teria sido alertado sobre a situação.

O material poderia ser levado para usina de reciclagem da Prefeitura. Ana Letícia diz que nada mudou, apesar do aviso. Relatou ainda que não havia como fiscalizar quantos caminhões eram usados no contrato e que “possivelmente as equipes estavam incompletas”. “Isso é bem diferente do que a Prefeitura tem dito no inquérito. Ela será chamada para depor”, afirmou o promotor. O inquérito também apura suposto direcionamento de licitações à Constroeste durante a gestão do ex-prefeito Valdomiro Lopes (PSB), que deixou o cargo no final do passado, o qual ocupava desde 2009.

Nesta quinta, 4, outro ex-assessor do Meio Ambiente, César Passarelli, foi ouvido e relatou que Gagliardi tratava o assunto sobre lixo como “sigiloso”. “Quando tratava do assunto lixo, as conversas eram a portas fechadas com sigilo absoluto” pelo ex-secretário. Membros do Observatório Social, que defendia divisão de licitações de coleta de lixo também foram ouvidos. O Observatório apontou falha na execução do contrato e encaminhou denúncia ao Tribunal de Contas. Procuradas, Prefeitura e Constroeste não se manifestaram.

 

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