Diário da Região

25/10/2011 - 08h05min

Itália, Espanha e Portugal

Laudo de avaliação da área das torres é questionado

Itália, Espanha e Portugal

Rubens Cardia Tavolaro alega “sensibilidade e bom senso” nessa decisão
Tavolaro alega “sensibilidade e bom senso” nessa decisão

A perícia judicial indicando que o terreno que abrigava os edifícios Espanha, Itália e Portugal custa R$ 5,3 milhões foi contestada pela Prefeitura de Rio Preto e pelos condôminos das torres. Laudo elaborado por técnicos da Secretaria da Planejamento da Prefeitura aponta que o terreno localizado na avenida Bady Bassitt vale R$ 3,6 milhões. Já a perícia particular encomendada pelos condôminos garante que a área custa R$ 6,4 milhões.


Os laudos foram anexados na ação que a Prefeitura move contra os condôminos para receber aproximadamente R$ 5 milhões. O montante corresponde ao valor atualizado que a Prefeitura cobra pela recuperação dos estragos provocados nas redes de água, esgoto e energia elétrica com a queda da torre Itália, em 1997. A limpeza dos escombros também está incluída no processo de cobrança, que já foi julgado procedente em favor da Prefeitura.


Já na fase de execução da dívida, o juiz Marcelo de Moraes Sabbag, da 1ª Vara da Fazenda de Rio Preto, atendeu pedido da Prefeitura e penhorou terreno, que poderá ser leiloado. Ao questionar o valor da área apontado pela perícia, a Prefeitura tenta facilitar a venda do terreno em um eventual leilão judicial. No entanto, a proposta de menor valor apresentada pela administração municipal precisará ser acatada pela Justiça. “Se a Justiça aceitar nosso laudo (que aponta valor de R$ 3,6 milhões) e o terreno for vendido por um valor inferior ao montante da dívida (R$ 5 milhões), manteremos a ação de cobrança para receber o restante (R$ 1,4 milhão) dos condôminos”, disse o procurador-geral do município, Luiz Tavolaro.


Para evitar a desvalorização do terreno, os condôminos apresentaram laudo com valor superior ao indicado na perícia judicial. “Á área que abrigava os prédios está localizada em um ponto nobre da cidade. O laudo apresentado pelos condôminos leva em consideração a localização e a estrutura do terreno”, afirmou o advogado Odnei Rogério Bianchin, que representa os condôminos na ação de cobrança movida pela Prefeitura.


Enquanto a disputa travada entre a Prefeitura e os condôminos das torres Espanha, Itália e Portugal não chega ao fim, a área que abrigava as torres permanecer alugada para um estabelecimento comercial e para empresas de outdoor. De acordo com Bianchin, a renda desses alugueis, que já soma aproximadamente R$ 300 mil, permanece depositada em uma usada para quitar a dívida dos condôminos com a Prefeitura.

   

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