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16/12/2016 - 00h00min

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Câmara marca quatro sessões extra para desencalhar projetos

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Com mais de 50 vetos do Executivo e 46 projetos à espera de votação, o presidente da Câmara de Rio Preto, Fábio Marcondes (PR), anunciou nesta quinta-feira, 15, que irá realizar sucessivas sessões extraordinárias para limpar a pauta até o recesso, que começa na quarta-feira, 21. Serão quatro sessões na segunda-feira, 19, pela manhã e à tarde.

Na terça, haverá sessão normal e outra extra deve ser marcada. “Tudo que for referente a projetos que estão prontos para ser votados vamos colocar em pauta. Temos ainda quase 60 vetos que também vamos colocar para votar”, disse Marcondes. Entre os vetos que esperam por votação, por exemplo, está a projeto da vereadora Alessandra Trigo (PSDB) que proíbe circulação de trens no período noturno.

Outro veto do Executivo na fila é contra projeto de Paulo Pauléra (PP) que determina sinalização dos locais com radares. Um dos projetos que aguarda votação, de autoria do prefeito Valdomiro Lopes (PSB), autoriza o município a construir novo cemitério na cidade por meio de concessão à iniciativa privada. A proposta está na Casa desde agosto à espera da deliberação do Legislativo.

Inclusões aprovadas

Na sessão desta terça, 15, os vereadores aprovaram seis inclusões de áreas ao perímetro urbano. No total, são mais de 2,1 milhões de metros quadrados, que equivalem a 300 campos de futebol. Entre as áreas, está uma de 600 mil metros quadrados que pertence à Santa Casa. A Câmara também manteve salário de vereador em R$ 5,7 mil para a próxima legislatura, a de 2017/2020.

Projeto que prevê termo de cooperação entre a Prefeitura e Polícia Federal para treinamento de guardas municipais com contrapartida de fornecimento de quatro guardas para fazer a segurança da sede da PF foi adiado de novo. Desta vez, Marco Rillo (PT) pediu adiamento por cinco sessões.

Rillo questiona gastos

Marco Rillo também apresentou estudo em que critica gastos com 35 servidores da Casa e nove comissionados que ocupam cargos em comissões criadas no Legislativo. Existem 11 comissões que podem garantir gratificações aos servidores. Três foram criadas na gestão de Marcondes. Rillo afirma que nos últimos dois anos, os pagamentos chegaram a R$ 1,6 milhão. 

Há casos se servidor que recebeu até R$ 25 mil, fora o salário, apenas para participar da comissão. “É o trem da alegria. Tem funcionário que nunca assinou uma ata de reunião”, disse Rillo. Ele afirma que avalia o envio do estudo ao Ministério Público. Marcondes defendeu os pagamentos. “Aqui, fazemos tudo dentro da legalidade.”

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