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Diário da Região

20/02/2015 - 16h24min

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Rebeldes continuam a atacar a Ucrânia apesar do cessar-fogo

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Apesar do cessar-fogo entre o governo da Ucrânia e os separatistas estar supostamente em vigor há cinco dias, os rebeldes atiraram mais de 50 vezes em posições ucranianas nas últimas 24 horas e a Rússia está enviando mais tanques para a Ucrânia, informou um porta-voz do Exército ucraniano nesta sexta-feira.

A notícia veio um dia após os separatistas conquistarem o entroncamento ferroviário de Debaltseve e levanta dúvidas se o cessar-fogo, que pretendia instaurar a paz no leste da Ucrânia e movimentou o alto escalão diplomático europeu, serviu apenas para que os rebeldes redobrassem seus esforços para conquistar mais território.

O vilarejo de Kurakhovo, que fica a oeste de Donetsk, reduto dos rebeldes, foi bombardeado e o vilarejo de Berdyansk, perto da cidade portuária de Mariupol, foi atingido durante a noite por morteiros, disse o tenente-coronel Anatoliy Stelmakh nesta sexta-feira. Ele ainda disse que a Rússia continua fornecendo equipamento militar para a Ucrânia, incluindo dez tanques trazidos para Novoazovsk, perto de Mariupol.

A preocupação tem aumentado com o fato de que os rebeldes ainda estão tentando conquistar Mariupol, cidade sob domínio do governo que fica entre a Rússia e a península da Crimeia, território anexado pelos russos em março de 2014. Se os separatistas tomarem a cidade, uma faixa de terra se formará entre os dois países, que até então não tem ligação territorial.

Na quinta-feira, os rebeldes comemoraram a vitória sobre as Forças ucranianas em Debaltseve, entroncamento que agora liga as cidades sob domínio dos separatistas. Eles percorreram as ruas repletas de destroços da cidade, rindo, se abraçando e posando para fotos.

Segundo os ucranianos, 13 soldados foram mortos e 157 feridos durante os confrontos, além de outros 90 levados como prisioneiros e 82 desaparecidos. Os soldados ucranianos que conseguiram sair vivos de Debaltseve na quinta-feira, descreveram as semanas de bombardeios seguidas de uma retirada caótica e apressada. "No começo da noite, eles atiravam na gente só para que não pudéssemos dormir. Eles faziam isso todas as noites. Pela manhã eles nos atacavam. Eles fizeram isso por três semanas sem parar", disseram. Fonte: Associated Press.

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