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Diário da Região

27/03/2016 - 10h23min

São Paulo

Plano prevê 1,7 mil km de ciclovias em São Paulo até 2030

São Paulo

Até 2030, São Paulo pode somar mais 1,3 mil km de ciclovias. Pelo menos é esse o plano da atual gestão. A extensão da malha cicloviária, que hoje tem 381 km (dos quais 284 km foram entregues por Haddad), tem como objetivo fazer a ligação de vias mais afastadas com o centro da capital. O mapa proposto planeja, por exemplo, pistas exclusivas para bicicletas na Avenida Teotônio Vilela, na zona sul, e em parte da Radial Leste que vai do Tatuapé ao Parque Dom Pedro. "Neste trecho da Radial, a ciclovia existente acaba e o ciclista é jogado para as demais pistas de forma abrupta. A ligação proposta é fundamental para conectar a zona leste com a região central de forma segura", diz o ciclista Daniel Guth, consultor em mobilidade. Guth afirma que há interesse e demanda na cidade por mais ciclovias. "São Paulo tem 17 mil km de vias. Pensar em 1,7 mil km de ciclovias é o mínimo. E não precisamos esperar até 2030 para isso." O capítulo dedicado às bicicletas ainda traz metas de construção de pontes e passagens subterrâneas apenas para ciclistas. "Este foi mais um pedido que incorporamos ao plano", afirma o assessor especial da Secretaria Municipal de Transportes, Josias Leche. Com a função de diretor executivo do plano, Leche foi um dos responsáveis por selecionar as demandas da sociedade. A lista traz pedidos de ampliação dos corredores de ônibus. Hoje, são 11, que somam 124,3 km. A meta que trata do tema prevê outros 600 km com plataformas modernas de embarque e terminais de integração. "É disso que o trânsito de São Paulo precisa, de mais corredores de ônibus. Só assim dá para pensar em deixar o carro em casa", diz a estudante Silvane Dantas, de 28 anos. Entre os principais temas tratados no plano há ainda a previsão de regularização da Uber e a implementação de semáforos inteligentes. Em evento na semana passada, o prefeito Fernando Haddad (PT) afirmou que a cidade deve passar por uma reforma viária, de acordo com o estabelecido pelo Plano Diretor, para reeducar a sociedade em relação ao espaço público. "A calçada vem na frente da rua. A ciclovia vem na frente da rua. E a faixa de ônibus vem na frente da faixa de rolamento (dos carros)." A Prefeitura não quis estimar o preço das obras propostas no plano. Extraoficialmente, especula-se que o custo seria de R$ 15 bilhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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