Diário da Região

25/10/2011 - 16h53min

Operação Mercúrio

PF prende 40 suspeitos de quadrilha que agia no Sul

Operação Mercúrio

Quarenta pessoas consideradas de alta periculosidade já foram presas hoje, acusadas de integrar uma quadrilha dedicada a diversos crimes, como roubo, sequestro e homicídios, em três Estados do País. Já foram apreendidos armas, entre fuzis e pistolas, grande quantidade de munição, coletes balísticos e rádio transmissores usados pelos bandidos.


Os cerca de 300 policiais federais que deflagraram a Operação Mercúrio estão cumprindo 39 mandados de prisão (18 de prisão preventiva e 21 de prisão temporária) e 50 mandados para busca e apreensão nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.


Segundo a PF, investigações identificaram 53 criminosos, organizados em uma quadrilha que cometeu 15 roubos de terminais de autoatendimento dos bancos Caixa, Santander, Sicredi e Itaú, nos Estados do Paraná e Santa Catarina, além de envolvimento direto no sequestro de funcionários e roubo de R$ 1 milhão de do banco Continental, no Paraguai (Salto del Guairá), em maio deste ano. A maioria dos terminais roubados situava-se em terminais de ônibus de Curitiba, com prejuízo da Caixa Econômica Federal na ordem de R$ 2 milhões.


Além das ações violentas contra bancos, a quadrilha ainda roubava veículos em Curitiba e região metropolitana, além de Joinville, os quais eram clonados e utilizados para transporte dos criminosos, bem como assaltavam residências em Curitiba. Atualmente, os criminosos assaltavam ônibus de turismo que passavam por Curitiba em direção a Foz do Iguaçu ou a São Paulo. Após um destes roubos, houve troca de tiros com uma equipe da Polícia Rodoviária Federal, com apreensão de um fuzil e de uma pistola.


No período das investigações, ocorreram outros quatro confrontos com forças policiais, sendo um deles no Paraguai, em junho deste ano, quando a quadrilha se preparava para uma investida contra um banco. Na ocasião, por meio de ação conjunta com a PF, as autoridades daquele País prenderam parte do bando e apreenderam fuzis e explosivos. Na ação, dois criminosos foram mortos.


Por conta da alta periculosidade de alguns alvos da Operação, seus mandados de prisão estão sendo cumpridos por grupos táticos como o COT (Comando de Operações Táticas), TIGRE e COE, além dos GPI's (Grupos de Pronta Intervenção).

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