Diário da Região

06/09/2012 - 08h35min

São Paulo

País é maior mercado mundial de crack e 2º de cocaína

São Paulo

Pelo menos 2,8 milhões de pessoas no Brasil usaram cocaína de forma inalada ou fumada - via consumo de crack ou de oxi - nos últimos 12 meses. Esses números transformam o País no segundo principal mercado consumidor de cocaína do mundo, atrás apenas dos EUA, onde 4,1 milhões usaram cocaína no último ano.

Caso sejam considerados só aqueles que consumiram crack, o total chega a 1 milhão de pessoas no País, o que torna o Brasil o principal mercado consumidor do planeta. Mas, como os demais países pesquisados não separam o consumo de cocaína inalada e fumada, é difícil apontar o tamanho do mercado consumidor de crack nas outras nações.

Os dados são da pesquisa feita pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Políticas Públicas do Álcool e Drogas, apresentada nesta quarta-feira (5). Foram ouvidas 4.607 pessoas com mais de 14 anos em 149 cidades.

Em relação ao mercado de cocaína, o Brasil fica à frente, até mesmo, de continentes inteiros, como a Ásia, onde 2,3 milhões de pessoas usaram cocaína no período. No Reino Unido, que ocupa a terceira posição no número de consumidores, há 1,1 milhão de usuários.

Além de se destacar pelo tamanho da demanda, o Brasil tem uma oferta que torna o produto bastante acessível. Entre aqueles que consumiram cocaína, 78% acham fácil conseguir a mercadoria no Brasil.

"Há 30 anos, o mercado de cocaína era quase inexistente. O Brasil foi um dos países com mais rápido crescimento do consumo de cocaína", afirma o médico Ronaldo Laranjeira, organizador do estudo. "Esse trabalho mostra a necessidade de que haja um pensamento estratégico capaz de desmontar essa rede."

Caso seja considerada a proporção da população que já usou cocaína, a situação brasileira se assemelha à dos demais países. Assim como nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Itália e Austrália, 2% da população brasileira usou cocaína inalada ou fumada no último ano. Na Espanha e na Argentina, esse porcentual chega a 3%. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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