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Diário da Região

10/09/2017 - 11h10min

Irma

Olho do furacão alcança ilhas ao sul da Flórida

Irma

Arquivo Pessoal Print de vídeo feito por Fernando na manhã deste domingo, 10. Chuva e vento são fortes onde vive (Arquivo Pessoal)
Print de vídeo feito por Fernando na manhã deste domingo, 10. Chuva e vento são fortes onde vive (Arquivo Pessoal)

O olho do furacão Irma, de categoria 3, atingiu a terra nas ilhas ao sul da Flórida, nos Estados Unidos. O Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos em Miami disse que o centro do furacão atingiu a ilha de Cudjoe às 9h10 (horário local). Mais cedo, a parede norte do olho do furacão já havia chegado à cadeia de ilhas. A parede do olho é uma faixa de nuvens que cerca o olho do furacão com ventos intensos e fortes chuvas. 

Os ventos sustentados são de 215 quilômetros por hora. Os meteorologistas dizem que uma rajada de 171 km/h foi relatada na ilha Big Pine. 

O Centro Nacional de Furacões prevê que o núcleo do furacão Irma provavelmente vai atingir diretamente a altamente povoada região de Tampa e St. Petesburg, também na Flórida, depois de passar pelas ilhas. O centro do furacão provavelmente alcançará Tampa por volta das 2h (horário local) na segunda-feira, mas ventos, chuvas e tornados devem ser observados nessa área muito antes disso. 

Fernando Petrocillo, natural de Urupês, vive em Pompano Beach, na Flórida. Ele conta que o furacão desviou um pouco de onde mora, mas ainda assim há muita chuva e muito vento. "Pegou uma ilha linda que se chama Key West e passou destruindo muito", diz.

Desde as 15h de sábado, 9, há toque de recolher para que os moradores de Pompano Beach não saiam de casa. "Ainda estamos com energia elétrica, mas podemos ficar sem a qualquer minuto. Agora à tarde vamos pegar ventos de aproximadamente 150 quilômetros (por hora), isso porque estamos fora do cone", fala. "Agora estamos vendo na TV. Miami está sendo completamente inundado."

Ele conta que o sentimento é de desespero e que procurou ficar calmo durante a semana tensa vivida nos Estados Unidos para não preocupar a esposa e os filhos que vivem com ele e o restante da família e amigos que ficaram no Brasil. "É um sentimento muito ruim, desespero, medo, mas sempre apegado com Deus. Continuamos rezando e orando e pedindo a Deus para que se desvie cada vez mais para o oceano e perca a força", diz.

 

(Colaborou Millena Grigoleti / Com informações da Agência Estado)

 

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