Diário da Região

28/12/2002 - 17h32min

Desenvolvimento humano

Municípios têm melhores resultados no IDH-M

Desenvolvimento humano

Divulgação Vista parcial da Av. Goiás em São Caetano, município com maior IDH-M no Brasil
Vista parcial da Av. Goiás em São Caetano, município com maior IDH-M no Brasil
Os municípios brasileiros atingiram melhores resultados no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M), elaborado pela Fundação João Pinheiro (MG), pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Nos últimos nove anos, o Brasil melhorou sua posição, passando de 0,709 em 1991 para 0,769 em 2000. Os números referentes ao crescimento dos municípios brasileiros no IDH-M estão contidos no novo Atlas de Desenvolvimento Humano do Brasil, baseado nos dados do Censo 2000. Confira aqui os números completos.

Durante um jantar ontem à noite, no Palácio da Alvorada, Fernando Henrique Cardoso apresentou para o futuro presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, um CD-Rom com os dados do novo Atlas de Desenvolvimento Humano do Brasil. Dentro dos parâmetros do IDH-M, o índice varia de zero, onde não se constata nenhum desenvolvimento humano, até 1, onde o desenvolvimento humano é total. Os dados referentes ao Censo 1991 foram lançados em 1998 pelo Ipea. O município com maior IDH-M no Brasil é São Caetano do Sul, do ABC paulista, com 0,919. Na ponta de baixo, o de menor IDH-M é Manari, do sertão pernambucano, com 0,467. Entre os Estados, o Distrito Federal está na frente, apresentando 0,844), e Sergipe está em último, com 0,687.

Apesar de 5,5 mil municípios apresentarem melhora no índice, sete cidades registraram piora: Uiramutã (RR), Amajari (RR), Lajeado (TO), Mucajaí (RR), Silves (AM), Uarini (AM) e São Sebastião do Uatumã (AM). Conforme os responsáveis pela classificação, a educação foi responsável por 60,78% do IDH-M no Brasil entre 1991 e 2000. Para esse quesito, foram considerados dois indicadores: a taxa de alfabetização de pessoas acima de 15 anos e a taxa de frequência à escola. O município com pior desempenho na educação é Jordão, no Acre, onde a taxa de frequência à escola é de 47% e 57% da população com 15 anos ou mais é analfabeta. O índice também mostrou uma grande diferença quando se analisou a cor da pele dos brasileiros. O IDH-M dos brancos de 0,811 colocaria o país no grupo de nações com alto desenvolvimento humano, mas o índice de 0,700 da população negra coloca na faixa dos países com médio desenvolvimento humano.

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