Diário da Região

11/09/2004 - 21h19min

Ivan

Furacão passa pela Jamaica e segue para Cuba

Ivan

AP Jamaicano usa cerca da rodovia para escapar da inundação provocada por Ivan
Jamaicano usa cerca da rodovia para escapar da inundação provocada por Ivan
O furacão Ivan atingiu a Jamaica neste sábado com ventos fortes e chuvas torrenciais, mas poupou a ilha do pior, pois seu centro apenas ladeou a costa e partiu em direção às Ilhas Cayman e Cuba. Ainda assim, a tempestade derrubou grandes árvores e postes, inundou ruas, derrubou casas e deixou a ilha no escuro. Das ruas desertas da capital ouviam-se tiros esporádicos quando saqueadores resolveram agir. O Ivan, que já matou 27 pessoas e deixou um rastro de devastação pelo Caribe, deu uma guinada para oeste ao se aproximar da Jamaica e passou pela costa sul em vez de entrar na ilha.

Às 6h (no horário de Brasília), os ventos do furacão haviam enfraquecido um pouco para 240 quilômetros por hora, mas permaneciam poderosos e mortais dentro da categoria 4 na escala de Saffir-Simpson, que vai de 1 a 5. O olho do furacão Ivan estava a 112 quilômetros ao sul de Montego Bay, Jamaica, na latitude 17,5 norte e longitude 78 oeste, informou o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos. A tempestade movia-se na direção oeste ou noroeste a cerca de 13 quilômetros por hora e, a essa velocidade, previa-se que Ivan atingisse as Ilhas Cayman (território britânico) em 24 horas, antes de se dirigir para Cuba, no domingo, e chegar à Flórida, na segunda-feira.

Os meteorologistas advertiram que, dentro das próximas 24 horas, o Ivan poderia se fortalecer e entrar na categoria 5, capaz de causar danos catastróficos. Milhares de pessoas estão sendo retiradas de suas casas em Cuba, devido à previsão de chegada do furacão Ivan entre amanhã e segunda-feira. O chefe do Departamento de Prognósticos do Instituto de Meteorologias da ilha, José Rubiera, disse ontem à noite em um programa de televisão que o Ivan passará por Cuba e "não há escapatória" possível para seu temível choque. Cerca de 200 mil pessoas que vivem em casas que oferecem perigo ou em regiões baixas propensas a inundações já foram deslocadas. Na cidade de Havana, os preparativos para a retirada dos moradores atingem mais de 130 mil pessoas que moram em regiões baixas e em casas que oferecem perigo. As autoridades preparam albergues para alojá-las.

Charley
A chegada de Ivan a Cuba acontece justamente um mês após outro devastador furacão, o "Charley", atravesar a ilha em 13 de agosto, deixando quatro mortos, mais de 70 mil casas danificadas, milhares de feridos e prejuízos econômicos superiores a um bilhão de dólares.

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