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Diário da Região

21/09/2015 - 11h45min

Buenos Aires

Corte Suprema de Tucumán reconhece vitória de candidato governista na Argentina

Buenos Aires

A Corte Suprema de Tucumán, no norte da Argentina, revogou nesta segunda-feira a decisão de um tribunal que havia anulado as polêmicas eleições na província para governador e deu como vencedor o peronista Juan Manzur. A frente opositora Acuerdo para el Bicentenário deve apelar da medida ainda hoje. Nas eleições de 23 de agosto, a frente foi liderada por José Cano, que denunciou fraudes. Com sua decisão, o tribunal supremo de Tucumán, localizada 1.200 quilômetros a noroeste de Buenos Aires, deixou sem efeito uma decisão da Câmara no Contencioso Administrativo do distrito, que havia declarado alguns dias atrás a nulidade das eleições e ordenado a realização de uma nova disputa, gerando fortes críticas da governista Frente para a Vitória e do governo da presidente Cristina Kirchner. Em sua sentença divulgada pelo Centro de Informação Judicial, o tribunal de Tucumán pediu que o governo convoque nova disputa nas urnas apenas nas mesas anuladas pela Junta Eleitoral, após cerca de 40 urnas terem sido queimadas. A corte determinou ainda a "interrupção imediata" de uma medida cautelar que impedia a proclamação de Manzur como ganhador. A posse das novas autoridades no distrito está prevista por lei para 29 de outubro. O magistrado Raúl Bejas, um dos que assinaram a decisão, admitiu em entrevista à Rádio Continental que "houve irregularidades", mas disse que os episódios não chegam a anular a eleição, já que o problema "teria de ser generalizado" para justificar isso. O chefe de gabinete do governo de Cristina Kirchner, Aníbal Fernández, afirmou que "a questão está encerrada". Fernández disse ter "sérias dúvidas" sobre se a Corte Suprema do país aceitaria o caso. Além da queima de urnas, houve falhas na recontagem de votos na província, o que gerou troca de acusações entre governistas e opositores. A disputa em Tucumán interferiu na campanha para a eleição presidencial de 25 de outubro e provocou uma troca de acusações entre os candidatos à presidência. A oposição exigiu que o governo assegure a transparência na eleição geral. O peronismo governista também ganhou as eleições para governador celebradas no domingo na província do Chaco, mil quilômetros ao norte da capital do país. Fonte: Associated Press.

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