Diário da Região

05/09/2011 - 09h39min

Londres

Seleção da Inglaterra faz campanha contra racismo

Londres

Carlos Chimba Elisabeth Regina Justo caiu em um buraco na rua José Barreto
Elisabeth Regina Justo caiu em um buraco na rua José Barreto

Os jogadores da seleção inglesa utilizaram faixas antirracismo durante o treino desta segunda-feira, depois da Associação de Futebol da Inglaterra denunciar à Uefa que jogadores foram vítimas de atos racistas durante a partida contra a Bulgária, disputada na semana passada.

Cânticos racistas foram dirigidas a jogadores negros da Inglaterra, incluindo Ashley Young, por alguns torcedores búlgaros, em Sófia, durante a vitória de sexta-feira por 3 a 0 pelas Eliminatórias da Eurocopa de 2012. A Uefa vai analisar o relatório do delegado enviado ao jogo antes de decidir se adota alguma ação contra a União Búlgara de Futebol.

"O racismo é realmente uma coisa terrível, eu sou absolutamente contra", disse Fabio Capello, técnico da Inglaterra. "Eu não gosto das pessoas racistas. Eu não ouvi o que aconteceu na Bulgária, porque eu estava focado no jogo, mas é preciso lutar contra os racistas".

As faixas usadas pelos jogadores ingleses durante o treino no Estádio de Wembley, na preparação para o confronto de terça-feira com País de Gales, tinha a inscrição "Chute o Racismo do futebol". "Essa é a nossa mensagem de consegui-lo tirar [do futebol] e mostrar que estamos por trás da campanha", disse John Terry, capitão da Inglaterra.

Os atos racistas contra jogadores negros eram comuns no futebol inglês nas décadas de 1970 e 1980, mas foram praticamente erradicados com a realização de campanhas. Mas na Bulgária na sexta-feira, alguns torcedores ingleses também foram acusados de

responder com cânticos contra os gitanos, que também são conhecidos como ciganos. "Há questões que ainda estamos lutando e cantos contra imigrantes é um deles", disse Herman Ouseley, presidente do grupo Kick it Out.

Capello também revelou insatisfação com as vaias de torcedores contra hinos nacionais antes dos jogos. "É preciso respeitar os outros países", disse Capello. "Eu me lembro de que em Cardiff [durante partida das Eliminatórias da Eurocopa em março] eu não gostei das vaias e gritos contra o outro país, porque para mim como um técnico e como jogador é um momento muito importante, porque você veste a camisa do seu coração neste momento. É um momento muito alto, um momento espiritual".

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