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Diário da Região

10/07/2016 - 00h00min

OLIMPÍADAS 2016

Rio verá o adeus de Phelps e de outros astros

OLIMPÍADAS 2016

Banco de Imagens Volta do nadador Michael Phelps foi anunciada pela USA Swimming nesta segunda-feira
Volta do nadador Michael Phelps foi anunciada pela USA Swimming nesta segunda-feira

Embora a lista de ausências da Olimpíada tenha LeBron James, Stephen Curry, Cesar Cielo e Maria Sharapova, o time dos presentes conta com Michael Phelps, maior medalhista da história, e provavelmente Usain Bolt, que busca o inédito tri nos 100m e 200m rasos. A principal dúvida é Yelena Isinbayeva, bicampeã do salto com vara que recorreu à Associação das Federações Internacionais de Atletismo (IAAF) pelo direito de saltar após o escândalo de doping na Rússia. Vários atletas chegam com o desafio de mais uma medalha de ouro.

A trajetória de Phelps e Bolt tem um apelo adicional: o fim da carreira. Depois de se aposentar em Londres/2012 e retornar às piscinas em 2014, Phelps obteve três vagas individuais na seletiva dos EUA e pode brigar por até seis medalhas de ouro no Brasil, somando-se os revezamentos. Está pronto para encerrar a carreira aos 31 anos no alto do pódio. Bolt vai se aposentar após o Mundial de Londres em 2017. Plano feito antes das lesões recentes.

Já estão confirmados também os candidatos a superastros, como o judoca francês Teddy Riner, dono de oito títulos mundiais e uma medalha de ouro. Ele chega ao Rio para se tornar o maior judoca da França na história. Na natação, estão Missy Franklin, dona de cinco medalhas, quatro de ouro, em Londres, e Katie Ledecky, que bateu 11 recordes mundiais. O fundista Mo Farah, campeão mundial e olímpico britânico, é uma barbada nos 5 mil e 10 mil metros.

Arenas

Os torneios de futebol da Olimpíada vão utilizar seis estádios construídos ou reformados para a Copa de 2014 que, dois anos depois do Mundial, enfrentam um problema comum: o prejuízo. O Maracanã é o símbolo do pesadelo. A impossibilidade de revisão do contrato fez a Odebrecht devolver o estádio ao governo carioca. A construtora acumulou prejuízo de R$ 173 milhões em dois anos. Subutilizado, o Mané Garrincha tem déficit de R$ 6,5 milhões. O governo do Distrito Federal investirá R$ 32 milhões para a Olimpíada.

Pouquíssima utilizada, a Arena da Amazônia teve prejuízo de R$ 6,5 milhões, saídos dos cofres do governo estadual. A Fonte Nova registrou prejuízo operacional de R$ 24,3 milhões em 2015. O Mineirão também atravessa sérios problemas. O Corinthians vem encontrando dificuldades de pagar os R$ 5 milhões mensais do empréstimo junto ao BNDES para construir o Itaquerão.

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