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Diário da Região

28/12/2013 - 05h27min

Monte Azul

Play Freitas usa trabalho a longo prazo como arma

Monte Azul

Guilherme Baffi Treinador Play Freitas está no comando do Monte Azul desde a Copa Paulista
Treinador Play Freitas está no comando do Monte Azul desde a Copa Paulista

Play Freitas teve a chance de montar o América em 2009 para o Paulista A-2 do ano seguinte. Porém, ficou apenas dois jogos no cargo e acabou demitido. Foi para o Rio Preto em seguida, foi bem, venceu três jogos, empatou um e perdeu outro, mas, foi seduzido por uma proposta melhor do Marília e saiu. Não conseguiu fazer o MAC engrenar e voltou a pegar a mala, ficando sumido do futebol Paulista.


No ano passado voltou à Vila Universitária para salvar o Jacaré do rebaixamento ao A-3, mas não conseguiu. Em 2014, seu desafio será levar o Monte Azul à elite. Para isso, começou um trabalho a longo prazo, já na Copa Paulista. “Espero fazer uma campanha boa, mas temos muito trabalho e correções a fazer ainda”, disse o técnico, que trouxe alguns reforços badalados.


Fausto, atacante que fez história no Linense. Os volantes Vagner e André Bilinha, que colecionam acessos à elite, inclusive com o Azulão em 2009, são alguns exemplos. “A diretoria tomou muito cuidado em fazer as contratações. Ainda estamos na montagem, finalizando e solidificando o trabalho para começar bem contra o Rio Branco, no dia 26 de janeiro”, emendou.


Com a mudança de regulamento no A-2, serão 19 rodadas apenas, em pontos corridos, sem a realização de quadrangulares. “São 19 decisões. Não podemos começar em ‘banho maria’, para melhorar até a quinta rodada. Temos de começar bem e terminar bem, são todos jogos de seis pontos”, disse Play Freitas.


Ter sucesso no time da pequena Monte Azul Paulista significará a abertura de portas e a certeza de dias melhores. “É um dos melhores campeonatos do País. Fazendo campanha boa, digna, todos serão exaltado”, afirmou o treinador de 48 anos, que já teve a experiência de dirigir o União São João de Araras nas Séries A e B do Brasileiro e na elite estadual, na década de 1990.


“A divulgação não foi o que muitos fazem no dia de hoje. Fiz em campo, mas não o extracampo, para as pessoas me conhecer. Tive experiência, só falta a oportunidade que muitos têm cedo. Base de trabalho temos há muito tempo”, emendou.


Mas para isso sabe que será preciso superar o favoritismo de outros clubes de melhor estrutura na divisão. “Na teoria, o Guarani, pela tradição, Barueri, Guaratinguetá (rebaixado na Série B do Brasileiro), Rio Branco, que investe forte, Red Bull, Mirassol, que estava na A-1 e manteve uma estrutura, podem ser consirados favoritos. Mas no campo, as coisas podem mudar. É o que tentamos fazer no Monte Azul, que surpreenda e faça uma boa campanha”, finalizou.



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