Diário da Região

26/04/2006 - 09h02min

Libertadores

Palmeiras e São Paulo iniciam duelo decisivo

Libertadores

Gazeta Press Nos treinos, Edmundo procura aconselhar os atletas mais jovens
Nos treinos, Edmundo procura aconselhar os atletas mais jovens
A chance da salvação para um, e da afirmação para outro. O primeiro clássico entre Palmeiras e São Paulo, hoje, às 19h15, no Palestra Itália, mais do que um confronto decisivo pelas oitavas-de-final da Taça Libertadores, pode determinar o futuro das equipes na temporada. A possibilidade de eliminar o rival - e um dos favoritos ao título - é a chance do Palmeiras amenizar a crise entre jogadores, comissão técnica e diretoria, que levou à demissão do técnico Emerson Leão. Sem empolgar a torcida na primeira fase - perdeu dois jogos para o Chivas, do México -, o time do Morumbi busca repetir a história de 2005, quando eliminou o mesmo adversário e arrancou para a conquista do título. Debaixo das traves pode estar o segredo da vitória. Sergio e Rogério Ceni são ídolos de suas torcidas, cada um a seu modo: enquanto o palmeirense transmite segurança à defesa com sua experiência, o são-paulino pode, além das mãos, usar a habilidade nas cobranças de falta e se aproximar do recorde de Chilavert - tem 58 gols contra 62 do paraguaio.

A superação é o ponto de apoio dos palmeirenses, que contam com a estréia do técnico Marcelo Villar. ?Já vi muita zebra vencer O que é falado não nos afeta?, diz Washington. Os são-paulinos rejeitam o favoritismo a todo custo. ?Não vamos cair nessa conversa, não temos um time de meninos?, afirmou o técnico Muricy Ramalho. ?Num clássico, o jogador dá a vida para vencer e não há favoritos?, declarou. O meia Juninho Paulista, recuperado de lesão, pode ser o trunfo do Palmeiras, no lugar de Marcinho. Já o São Paulo terá a volta os sete titulares poupados contra o Fortaleza - Souza, Júnior, André Dias, Mineiro Josué, Danilo e Thiago.

Procura-se técnico
No balanço anual que o Palmeiras publicará nos jornais desta semana, o torcedor lerá que o clube tem R$ 13 milhões em caixa - dinheiro muito aquém dos R$ 50 milhões que o presidente Mustafá Contursi alardeou ter deixado nos cofres palmeirenses após passar o bastão para seu então vice Affonso Della Monica. É com esse dinheiro que a diretoria vai contratar um novo treinador. O nome deve ficar entre Tite e Geninho, com contrato de dois anos para qualquer um dos dois. Cuca corre por fora. ?Não faremos loucuras. Estamos analisando os nomes que estão na mesa e não devem sair disso, como Tite e Geninho?, admitiu ontem Della Monica, que passou o dia ?mergulhado? numa pilha de papéis na mesa de sua sala no 2º andar do Palestra Itália.

Tricolor leva ampla vantagem
A história estará do lado do São Paulo hoje, quando os jogadores entrarem no gramado do Palestra Itália. Em seis jogos entre tricolores e palmeirenses pela Libertadores, o time do Morumbi venceu cinco vezes e empatou um. Foram nove gols a favor e apenas dois contra. E a história também tem um outro ponto favorável ao São Paulo: o time chegou à grande final nas três edições em que passou pelo Palmeiras. A primeira vez que os times paulistas se enfrentaram foi em 1974 quando caíram na mesma chave na primeira fase. O São Paulo venceu as duas partidas (2 a 0 e 2 a 1), avançou de fase e, na final, perdeu para o Independiente, da Argentina. Vinte anos depois, Palmeiras e São Paulo voltaram a se encontrar desta vez nas oitavas-de-final.

O time tricolor chegara como bicampeão do torneio, e o Palmeiras como o atual campeão brasileiro. Na primeira partida, o goleiro Zetti, do São Paulo, fechou o gol e foi o grande responsável pelo empate sem gols, no Pacaembu. No jogo seguinte, no Morumbi, o atacante Euller marcou os dois gols da vitória tricolor por 2 a 1 - Evair fez para o Palmeiras. O time do técnico Telê Santana conseguiu chegar à decisão daquele ano, mas foi derrotado nos pênaltis para o Vélez Sarsfield, em pleno Morumbi.Ano passado, o reencontro entre palmeirenses e são-paulinos foi mais uma vez nas oitavas - assim como agora. E o favorito São Paulo levou, vencendo por 1 a 0 no Palestra, gol de Cicinho, e 2 a 0 no Morumbi, gols de Rogério Ceni e Cicinho.

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