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Diário da Região

02/10/2015 - 13h46min

Rio

Oswaldo exalta luta de Guerrero contra lesão e pede 'ajuda' ao atacante

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Um dia depois de Guerrero revelar que vem atuando com a ajuda de infiltrações em seu tornozelo direito, que chegou a deixá-lo de fora de seis jogos seguidos do Flamengo, o técnico Oswaldo de Oliveira exaltou a luta do atacante contra a lesão e clamou por apoio ao jogador. O atleta estará sob pressão nesta reta final do Campeonato Brasileiro, depois de não ter conseguido render o que se esperava dele em algumas partidas. "Ele sofreu uma contusão pesada, muito dolorida, e a articulação do tornozelo é muito difícil de recuperar. Tem muitos tendões, músculos, ossos e nervos. É uma articulação altamente irrigada e isso traz um trauma muito grande. A recuperação é diretamente proporcional a esse evento todo. E isso, claro, está prejudicando o cara", ressaltou o comandante, que depois avisou: "Estou aqui para ajudá-lo. Vai ser muito importante para o Flamengo, neste ano, no próximo e para sempre. Vamos com Guerrero, vamos ajudar o cara!". Oswaldo ainda lembrou que Guerrero é um jogador diferenciado, que brilhou na última Copa América mais uma vez como artilheiro e ajudou o seu país a conquistar o terceiro lugar da competição realizada no Chile. O fato fez com que o peruano chegasse ao Flamengo ainda mais badalado, depois de passagem vitoriosa e marcante pelo Corinthians, no qual foi, entre outras coisas, decisivo na conquista do Mundial de Clubes da Fifa de 2012. "A contratação dele foi um evento. Fizeram até música, e achei muito legal aquilo. Acredito que está entre os 70 que vão disputar a Bola de Ouro. É um cara que temos de reverenciar. Passou por problemas, fez uma Copa América muito bonita", afirmou o treinador, que ao mesmo tempo admite que o Flamengo está pressionado, assim como Guerrero, a fazer um bom jogo contra o lanterna Joinville, domingo, no Maracanã. O time precisa vencer para se manter vivo na luta por um lugar no G4, depois de ter sido derrotado por 2 a 1 pelo Vasco no clássico e caído para o sétimo lugar do Brasileirão. "Pressão é de sempre. Pode mudar em relação à camisa do adversário ou em relação ao mando, de se jogar dentro ou fora. O Joinville respeito muito de maneira especial, porque, embora não estejam vencendo, eles vêm jogando bem", acredita Oswaldo. Na rodada passada, em casa, a equipe catarinense parou o vice-líder Atlético-MG ao empatar por 2 a 2.

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