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Diário da Região

01/07/2015 - 21h38min

Copa América

Goleada argentina preocupa seleção do Chile

Copa América

Diego Vara/Agência RBS/Arquivo Messi e companhia impusera respeito com goleada sobre o time paraguaio
Messi e companhia impusera respeito com goleada sobre o time paraguaio

A pressão de uma longa espera por uma conquista de peso une argentinos e chilenos na decisão da Copa América, sábado, em Santiago. Os donos da casa já foram quatro vezes vice-campeões do torneio, mas nunca levantaram a taça. A Argentina vive um jejum de 22 anos sem títulos - o último foi a Copa América de 1993, no Equador.
Neste contexto, a classificação para a final foi um alívio, mas, ao mesmo tempo, motivo de preocupação, principalmente para os donos da casa. A goleada da Argentina sobre o Paraguai por 6 a 1 fez o país inteiro trocar o ufanismo e o otimismo de um título que parecia iminente por uma postura mais realista, na linha “é difícil, mas não é impossível”.
Os chilenos ficaram incomodados com as canções argentinas que ecoaram em Concepción, após a classificação de Messi e companhia, que dizia, em linhas gerais, que o “Chile tem medo”. Essa foi a mesma linha da cobertura da imprensa argentina após a goleada histórica sobre o Paraguai.
E logo surgiu uma estatística para deixar os chilenos ainda mais cabreiros: das seis edições da Copa América no Chile, a Argentina venceu quatro - as outras duas foram do Uruguai. “É difícil saber o que vai acontecer, mas dificilmente vamos sofrer sete gols”, disse Mena, lateral do Cruzeiro.
Do outro lado, a Argentina busca o seu 15º título continental para se igualar ao Uruguai, o maior vencedor do torneio. O técnico Gerardo Martino falou que não se importa muito com o jejum. “Temos um compromisso com a decisão de sábado. A história não é determinante.” Messi leva seu tabu pessoal para a final. Esta será a sua terceira chance de conquistar um troféu com a seleção, algo inédito em sua carreira. Ele perdeu a Copa América de 2007 para o Brasil e a Copa do Mundo para a Alemanha.
Árbitro
Depois da polêmica atuação na partida entre Chile e Uruguai, nas quartas de final, reconhecida por causa da “mão boba” do zagueiro Jara em Cavani, o árbitro brasileiro Sandro Meira Ricci conseguiu dar a volta por cima. Na goleada da Argentina sobre o Paraguai, ele mudou sua forma de apitar e tomou conta do jogo. Estava sempre em cima do lance e não permitiu reclamações. Extraoficialmente, a Comissão de Arbitragem da Conmebol considerou a atuação como “quase perfeita”.

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Goleada argentina preocupa seleção do Chile

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Messi e companhia impusera respeito com goleada sobre o time paraguaio

A pressão de uma longa espera por uma conquista de peso une argentinos e chilenos na decisão da Copa América, sábado, em Santiago. Os donos da casa já foram quatro vezes vice-campeões do torneio, mas nunca levantaram a taça. A Argentina vive um jejum de 22 anos sem títulos - o último foi a Copa América de 1993, no Equador.
Neste contexto, a classificação para a final foi um alívio, mas, ao mesmo tempo, motivo de preocupação, principalmente para os donos da casa. A goleada da Argentina sobre o Paraguai por 6 a 1 fez o país inteiro trocar o ufanismo e o otimismo de um título que parecia iminente por uma postura mais realista, na linha “é difícil, mas não é impossível”.
Os chilenos ficaram incomodados com as canções argentinas que ecoaram em Concepción, após a classificação de Messi e companhia, que dizia, em linhas gerais, que o “Chile tem medo”. Essa foi a mesma linha da cobertura da imprensa argentina após a goleada histórica sobre o Paraguai.
E logo surgiu uma estatística para deixar os chilenos ainda mais cabreiros: das seis edições da Copa América no Chile, a Argentina venceu quatro - as outras duas foram do Uruguai. “É difícil saber o que vai acontecer, mas dificilmente vamos sofrer sete gols”, disse Mena, lateral do Cruzeiro.
Do outro lado, a Argentina busca o seu 15º título continental para se igualar ao Uruguai, o maior vencedor do torneio. O técnico Gerardo Martino falou que não se importa muito com o jejum. “Temos um compromisso com a decisão de sábado. A história não é determinante.” Messi leva seu tabu pessoal para a final. Esta será a sua terceira chance de conquistar um troféu com a seleção, algo inédito em sua carreira. Ele perdeu a Copa América de 2007 para o Brasil e a Copa do Mundo para a Alemanha.
Árbitro
Depois da polêmica atuação na partida entre Chile e Uruguai, nas quartas de final, reconhecida por causa da “mão boba” do zagueiro Jara em Cavani, o árbitro brasileiro Sandro Meira Ricci conseguiu dar a volta por cima. Na goleada da Argentina sobre o Paraguai, ele mudou sua forma de apitar e tomou conta do jogo. Estava sempre em cima do lance e não permitiu reclamações. Extraoficialmente, a Comissão de Arbitragem da Conmebol considerou a atuação como “quase perfeita”.

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