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Diário da Região

26/08/2015 - 00h00min

Vistoria

FPF pede ajustes no Riopretão e Teixeirão

Vistoria

Hamilton Pavam Coronel Suita, da federação, e o presidente do Rio Preto, Suélio Ribeiro, durante vistoria no estádio Anísio Haddad
Coronel Suita, da federação, e o presidente do Rio Preto, Suélio Ribeiro, durante vistoria no estádio Anísio Haddad

Os gramados dos estádios do Rio Preto e do América terão de passar por adequações para a temporada 2016 do futebol Paulista. Nesta terça-feira, o vice-presidente do departamento de competições da Federação Paulista de Futebol, coronel Isidro Suita Martinez, vistoriou quatro estádios na região e orientou os cartolas quanto às melhorias necessárias. “Estamos fazendo um raio-x de todos os estádios de São Paulo para uniformizar algumas coisas e sugerir outras para dar mais conforto e fazer com que as famílias e os torcedores voltem a frequentar os jogos em maior número”, disse o coronel Suita.

A primeira medida de padronização é nas dimensões do gramados. Por recomendação da Fifa, seguindo os modelos das novas arenas, os gramados terão 105 metros de comprimento por 68m de largura. No caso do Riopretão, o comprimento está dentro do pedido, porém, a largura terá de ser diminuída em seis metros - está com 74m. O Teixeirão está curto, terá de aumentar quatro metros (tem 101m), mas precisa diminuir 3,5m na largura.

As exigências para a temporada 2016 também envolvem boas condições de sanitários, vestiários, medidas padrão para a sala de imprensa, além de espaço de arbitragem. “São procedimentos padrões que terão de ser feitos em todos os lugares. Falta no futebol a união entre os clubes. Às vezes se preocupam com o vizinho, quando se pede algo, questionam porque precisam ter se tal clube não tem”, disse o dirigente da federação.

Isidro deixou claro a situação do Oeste de Itápolis e do Atibaia, que garantiram acessos às Séries A-1 e A-2, respectivamente, porém, não têm estádio aptos em seus municípios. “Eles têm até a data do arbitral (em novembro) para regularizar suas situações. Se tivessem na divisão poderiam mandar em outro município, mas para homologar o acesso, precisam ter o campo em sua cidade com a capacidade mínima exigida”, avisou o dirigente.

O Mirassol poderá ser beneficiado, caso o Oeste não tenha o acesso homologado, enquanto que o Barretos pode herdar o a vaga do Atibaia. “Isso seria o normal, porém cabem ações dos clubes e a decisão pode se arrastar”, emendou. O Rio Preto que vem fazendo reformas constantes no Anísio Haddad, promete instalar mais 5 mil cadeiras até o final de setembro. Hoje, o estádio possui 3 mil assentos. Reformas nos vestiários e sanitários também estão programadas.

 

 

 

 

 

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