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Diário da Região

29/07/2016 - 00h00min

OLIMPÍADAS

Condutores da tocha palestram para molecada

OLIMPÍADAS

Johnny Torres 28/7/2016 Paulo Cabrera contou a emoção que sentiu às crianças da escola Amaury Ferreira
Paulo Cabrera contou a emoção que sentiu às crianças da escola Amaury Ferreira

Uma semana depois de conduzir a tocha olímpica, o ex-ciclista e produtor rural Paulo Cabrera e o ultramaratonista Rafael Ferraz Simonetti Motta, conhecido como Rafael Arcanjo, visitaram crianças e adolescentes para contar a experiência como atletas e aconselhá-los sobre a importância da prática esportiva.

Pela manhã, Cabrera visitou a escola municipal Amaury de Assis Ferreira, no bairro Macedo Telles, que realiza a sua Olimpíada Infantil. Ele contou seus feitos como ciclista, campeão juvenil do Pan-Americano, em 1978, na cidade de Montevidéu, no Uruguai, e a emoção de ter sido um dos escolhidos pelo Comitê Organizador das Olimpíadas para conduzir a tocha. Entre os 540 alunos da escola, Maria Clara Abreu, de 11 anos, revelou seu interesse pelo ciclismo. “Eu gosto muito do ciclismo, e foi legal a conversa”, disse.

A Olimpíada chegou à escola Amaury no mês passado. “Começamos a apresentar os esportes e também a história das Olimpíadas. Os alunos ficaram muito interessados”, disse a diretora da escola, Rosana Maria Ribeiro.

8B__WEB Rafael Arcanjo compartilhou a experiência com alunos do projeto Mundo Nov

À tarde, o maratonista Rafael Arcanjo, que conduziu a tocha em Bebedouro, foi ao projeto social Mundo Novo, no bairro Eldorado. Arcanjo apresentou a réplica da tocha e foi para a pista com crianças, de seis a 15 anos. “Foi uma boa oportunidade, porque infelizmente vivemos em um País que não trata o esporte como deve. As crianças ficam muito empolgadas e motivadas”, disse Arcanjo, que já correu por sete dias, na esteira, em um total de 700 quilômetros. Bruno Antônio de Oliveira. professor de atletismo do Mundo Novo, conta que as crianças ficaram “encantadas ao ver o símbolo olímpico”.

Protesto interrompe a rota da tocha

 Protestos em Angra dos Reis (RJ) interromperam o revezamento da tocha olímpica na cidade na noite de quarta-feira. Em vídeos publicados nas redes sociais, moradores da cidade da Costa Verde chegam a comemorar que a tocha foi apagada. A informação, porém, ainda não foi confirmada pelos organizadores do revezamento e dos Jogos do Rio.

A manifestação ocorreu no bairro Japuíba, por volta das 22 horas. Moradores fecharam as vias com cartazes como “Tocha da Vergonha” e os “Trabalhadores de Angra não vão pagar pela crise”. Policiais que faziam a escolta revidaram com balas de borracha e bombas de gás. Houve correria entre as pessoas que acompanhavam a passagem da tocha. O revezamento foi interrompido e a tocha foi levada para um hotel da cidade.

Moradores protestavam contra o fechamento de Unidade de Pronto Atendimento da cidade, atraso no pagamento do funcionalismo público e gastos da prefeitura com a passagem da tocha. Nesta quinta, o revezamento da tocha passou pelas cidades de Rio Claro, Resende, Barra Mansa e Volta Redonda.

Depois da manifestação em Angra dos Reis, o Comitê Rio-2016 descartou mudanças. A organização classificou as decisões tomadas diante do ocorrido como “corretas” e diz que dará sequência ao planejamento inicial. O comboio enfrentou um protesto com pedras pelo caminho quando entrou na cidade. 

Veja cada detalhe da tocha olímpica:

COI alfineta a organização

Às vésperas da cerimônia de abertura dos Jogos do Rio, o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), o alemão Thomas Bach, já está se acostumando ao “jeitinho brasileiro”. O dirigente aproveitou o clima descontraído de um compromisso na praia da Barra da Tijuca, na zona oeste, para fazer uma crítica bem humorada à preparação da cidade-sede. “Conhecendo os brasileiros um pouco melhor, eles gostam de terminar as coisas no último segundo. Tenho certeza que teremos grandes Jogos”, afirmou.

E relativizou ao dizer que encara com naturalidade o fato de ter algumas pendências antes do início da Olimpíada. “Nunca tudo está 100% e, no Rio, não é diferente. Não há razão para reclamações, tenho certeza de que será fantástico”, exaltou. Nesta quinta, Bach deixou o hotel acompanhado de Jorginho, técnico do Vasco. O brasileiro atuou na Alemanha durante seis anos como jogador e a língua em comum o ajudou a estreitar laços com o dirigente.

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