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Diário da Região

08/10/2015 - 08h50min

Corrupção

Comitê de Ética da Fifa afasta cartolas

Corrupção

Marcello Casal/Agência Brasil/Arquivo - Danilo Borge - Divulgação Os dirigentes Joseph Blatter, Jérôme Valcke e Michel Platini são investigados por corrupção
Os dirigentes Joseph Blatter, Jérôme Valcke e Michel Platini são investigados por corrupção

Atualizada às 23:40h

A corrupção deixa o futebol mundial sem comando e sem um futuro claro, enquanto patrocinadores, advogados e mesmo o Comitê Olímpico Internacional (COI) decidem intervir para socorrer a Fifa. Em uma decisão sem precedentes, a entidade suspendeu nesta quinta-feira por 90 dias o seu presidente, Joseph Blatter, e o secretário-geral, Jérôme Valcke. Mas anunciou também uma punição contra os dois principais candidatos ao comando da organização, Michel Platini e o magnata sul-coreano Chung Moon-jong, que ficará seis anos afastado do futebol por tentar comprar votos para que o seu país recebesse a Copa do Mundo de 2022.

A decisão abriu uma disputa política feroz em Zurique e jogou o mundo do futebol em um caos diante da indefinição sobre quem assumirá a entidade a partir do dia 26 de fevereiro de 2016, data da eleição. Criada há 111 anos, a Fifa não tinha um governo nesta quinta-feira e mesmo seus funcionários admitiam que ela havia sido “engolida pela corrupção”. Na prática, a ação desta quinta-feira foi o capítulo mais dramático desde a prisão de sete cartolas em maio deste ano, em Zurique. Uma onda de investigações foi iniciada e que chegou até o comando máximo do futebol. 

O reinado de 17 anos de Blatter na Fifa foi abreviado. Ele é suspeito de crimes financeiros pelo Ministério Público da Suíça e recai sobre ele a suspeita de “apropriação indevida de recursos” e “gestão desleal”. Ele teria repassado a um ex-aliado, Jack Warner, um contrato de TV para Copas do Mundo de 2010 e 2015 por US$ 600 mil. O mesmo contrato seria revendido por Warner por US$ 20 milhões. Blatter está suspenso por três meses e a punição pode ser ampliada por mais 45 dias. Em seu lugar, assume Issa Hayatou, presidente da Confederação Africana de Futebol desde os anos 1980, envolvido em escândalos e suspeito de ter recebido US$ 1,5 milhão para votar no Catar para a Copa do Mundo de 2022.

 

 

 

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