Diário da Região

28/06/2016 - 00h00min

RECORDES SUPERADOS

Atletas do CAD de Rio Preto quebram três marcas e faturam 14 medalhas

RECORDES SUPERADOS

Comitê Paralímpico Brasileiro/Divulgação Claudiney Batista dos Santos estabeleceu o recorde brasileiro no lançamento de disco, na categoria F57
Claudiney Batista dos Santos estabeleceu o recorde brasileiro no lançamento de disco, na categoria F57

Um recorde mundial, um americano e outro brasileiro, além de 14 medalhas. Esse é o balanço final da participação do Clube Amigos dos Deficientes (CAD/Vetnil/Smel) de Rio Preto na 1ª etapa do Circuito Loterias Caixa de Atletismo e Natação, durante a inauguração do Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo. A maior parte das medalhas foi obtida no atletismo.

No sábado, dia 25, a velocista Jerusa Geber Santos fez o melhor tempo do mundo em 2016 nos 100 metros rasos, na categoria T11. Mônica Andrade no arremesso de peso bateu o recorde das américas. No domingo, 26, Claudiney Batista dos Santos estabeleceu o recorde brasileiro no lançamento de disco, na categoria F57, com a marca de 44,17 metros.

Batista já havia sido prata no dardo e também no arremesso de peso. As duas provas foram disputadas no sábado. “Estou na expectativa de mudar de classe e, por essas marcas, a chance de estar entre os três melhores do mundo e, consequentemente, aumenta a chance de eu ser convocado para defender o Brasil na Paralimpíadas”, disse Batista, que nos dias 13 e 14 de julho disputará o Open de Berlim, na Alemanha, onde deve baixar da classe F57 para a F56.

Uma mudança benéfica, uma vez que atualmente ele compete com atletas que possuem pequenas deficiências em membros inferiores. “No meu caso sou amputado total da perna esquerda. Quem tem a articulação consegue ter vantagem. Pela nova regra vou poder abaixar uma classe”, emendou o paratleta, que na Paralimpíada de Londres, em 2012, foi prata no lançamento do dardo. “Na nova classe mudarei meus planos. Na F57, dardo e peso eram as prioridades. Na F56, focarei mais no disco e no peso.”

Jerusa, que mora e treina em Presidente Prudente, ainda foi campeã nos 200m e vice nos 400m. Mônica foi prata no dardo. A outra medalha do atletismo foi de Gabriel Neris, que levou bronze no salto em altura F42. A natação do CAD teve, além da medalha de prata de Reginaldo Cardoso nos 100m costas da categoria S13, a prata de Tiago Pracherdes nos 50m peito S1. Dorivan Oliveira voltou para Rio Preto com três bronzes. Nos 50m costas S5, obtida sábado, e nos 50m e 100m livre, no domingo. Vitor Hugo, de 16 anos, foi quarto nos 100m peito S7.

 

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