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Diário da Região

01/01/2016 - 00h00min

NO BOLO, MAS NA BRONCA

Altobeli Silva, de Catanduva, termina São Silvestre em 19º lugar

NO BOLO, MAS NA BRONCA

Marcelo Ferrelli/ São Silvestre 31/12/2015 Altobeli Silva, número 235, se manteve entre os líderes até metade da prova
Altobeli Silva, número 235, se manteve entre os líderes até metade da prova

O catanduvense Altobeli Santos da Silva, de 25 anos, foi o 19º colocado na 91ª São Silvestre, disputada nesta quinta-feira, dia 31, em São Paulo. Foi o melhor desempenho entre os corredores da região. Mesmo entre os 20 primeiros colocados, ele esperava melhor desempenho. Fez o tempo de 48min10s – dois minutos e oito segundos a mais do que em 2013, quando foi oitavo colocado -, e quase quatro minutos após a chegada do primeiro colocado de 2015, o queniano Stanley Biwott, que fez o tempo de 44min31s.

“Tem dias que as coisas não acontecem. Esporte é assim. Treinei bem durante todo o ano e esperava chegar ao pódio, mas não foi o que aconteceu,” lamentou Altobeli, que foi o oitavo melhor brasileiro na prova. “Acompanhei o bloco principal até os sete primeiros quilômetros, mas não consegui manter o ritmo dos africanos”, completou o atleta, que disputou a prova pelo Cruzeiro.

Altobeli assinou contrato com o clube mineiro para 2016 e a primeira prova disputada pela nova equipe foi a São Silvestre. Desde o início do ano passado, ele defendia a Associação Riopretense Pró-Atletismo (Arpa/Smel). Porém, reclamou problemas salariais com a equipe. “Estão me devendo R$ 5,2 mil. Não pagaram meu salário de novembro e dezembro. Além disso, descontaram R$ 400 de cada salário desde setembro”, disse Altobeli.

 

Pódio masculino São Silvestre 2015 Pódio masculino encabeçado por Biwott teve brasileiro Giovanni dos Santos em 5

O diretor da Arpa Peter Jackson Miller Camargo nega a dívida. Segundo ele, Altobeli foi mais um dos vários profissionais que foram atingidos pelo corte no auxílio-atleta, pago pela Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Smel). “A Arpa não tem verba. O que ele recebia era o auxílio-atleta. Como houve o corte, ele deixou de receber o pagamento de dezembro”, disse Camargo.

Ainda de acordo com Camargo, não houve desconto no salário do atleta. “Durante um tempo, ele chegou a receber o teto do auxílio-atleta, que era de R$ 1,3 mil. A partir de setembro, houve redução desse valor. Mas não foi um desconto, porque nunca houve contrato assinado entre as partes.”

Biwott foi seguido no pódio pelos etíopes Leul Aleme e Feyisa Gemechu, pelo queniano Edwin Rotich e pelo brasileiro Giovanni dos Santos. Ymer Ayalew garantiu o bi no feminino, na frente das quenianas Delvine Meringor e Failuna Matanga, e das brasileiras Sueli Pereira da Silva, quarta, e Joziane Cardoso, quinta.

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