Diário da Região

21/12/2010 - 06h14min

Aquecimento

Venda de adubos cresce, mesmo com alta

Aquecimento

Sergio Isso A elevação de preços dos fertilizantes ocorreu em função de aumentos em nível internacional
A elevação de preços dos fertilizantes ocorreu em função de aumentos em nível internacional

A venda de fertilizantes totalizou no País, até novembro deste ano, segundo a Associação Nacional de Difusão de Adubos (Anda), 22,74 milhões de toneladas, 8,5% maior que no mesmo período do ano passado e 1,51% superior a todo o adubo vendido em 2009, mesmo com os produtores rurais pagando entre 17% e 23%, mais caro pelo insumo agrícola, segundo o assessor técnico a Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas, Gustavo Rodrigues Prado.


Em 2009, foram vendidas 22,40 milhões de toneladas de fertilizantes. Este a ano, a venda também já ultrapassou as vendas em 2008, quando foram comercializadas 22,49 milhões de toneladas, mas não superou 2007, que registrou 24,60 milhões de toneladas vendidas. De acordo com o consultor Rafael de Lima, da Scot Consultoria, de Bebedouro, a elevação de preço foi maior entre os adubos fosfatados e nitrogenados, enquanto o cloreto de potássio e outras fórmulas se mantiveram praticamente estáveis.


Lima explicou que as elevações de preços foram decorrentes de aumentos dos preços em nível internacional, que superaram, inclusive, a desvalorização cambial do dólar frente ao Real. Ele citou como exemplos os aumentos das fórmulas para plantio a base de nitrogênio, fósforo e potássio (NPK) 4/14/8, que custavam R$ 610 em 2009 e agora custam R$ 750.


Outro fator que puxou o preço dos fertilizantes foi a melhora na cotação de algumas commodities agrícolas como milho e soja, principalmente depois que a China assumiu a condição de importador desses grãos e o Senado norte-americano decidiu por manter o subsídio para o etanol de milho. Gustavo Prado lembrou que o Brasil é dependente da importação de fertilizantes e de matérias primas utilizadas para produzi-los. “No caso de nitrogenados chega a 90%. Potássicos, cerca de 10%, enquanto dos fosfatados a dependência fica na faixa de 15%.”


De acordo com o gerente da filial da Cooperativa Agropecuária Mista de Adiamantina (Camda), em Rio Preto, Ronaldo Gonçalves, a venda de fertilizantes está 60% acima do ano passado e saiu de 1,7 mil tonelada para R$ 2,8 mil toneladas. O aquecimento aconteceu assim que começaram as chuvas. Ele destacou o aumento dos nitrogenados e fosfatados e disse esperar que a partir do ano que vem, por conta da cultura de cana-de-açúcar, a procura pelo insumo volte a aumentar.


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