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Diário da Região

08/10/2015 - 16h08min

São Paulo

Tombini diz estar comprometido em levar a inflação ao centro da meta em 2016

São Paulo

O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, reafirmou nesta quinta, 8, o compromisso da autoridade monetária em fazer a inflação convergir para o centro da meta, de 4,5%, ao fim do ano que vem. "Estamos a 15 meses do fim de 2016 e estamos comprometidos com nossa meta", disse em sessão de perguntas e respostas de um painel sobre novos desafios para os bancos centrais da América Latina, durante o encontro anual do Fundo Monetário Internacional (FMI), em Lima, no Peru. Repetindo literalmente a comunicação oficial do BC, Tombini também afirmou que, para que o objetivo de convergência inflacionária seja atingido, as atuais condições monetárias serão mantidas por "período suficientemente prolongado". No painel, que contou também com os chefe das autoridades monetárias de Chile, Peru, Colômbia e México, Tombini reconheceu que o Brasil passou por uma depreciação cambial "importante" recentemente, que refletiu diretamente nas taxas juros de mercado. O presidente do BC explicou que essas taxas variaram devido a eventos recentes na economia, como a alta do dólar e mudanças no panorama fiscal, e por isso não servirão de guidance para a política monetária. Para ele, parte deste efeito já se dissipou. Depois de citar estes riscos de alta para a inflação, Tombini pontuou que também existem fatores que podem arrefecer o ritmo da alta de preços. "Qualquer que fosse o hiato do produto no RTI (Relatório Trimestral de Inflação) de junho, ele foi marcadamente revisado em setembro, o que também puxa a inflação para baixo". Neste aspecto, o presidente da autoridade monetária citou ainda a distensão do mercado de trabalho. Segundo ele, havia um descolamento entre uma economia em desaceleração e um mercado de trabalho apertado, com taxa de desemprego ainda reduzida. "O que vimos recentemente foi o acompanhamento do mercado de trabalho com o ciclo de negócios, de certa forma", avaliou. Ele reconheceu, no entanto, que o efeito do câmbio na inflação é muito mais rápido do que aquele produzido pela desaceleração da economia.

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