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Diário da Região

25/10/2016 - 17h03min

São Paulo

Taxas futuras de juros fecham em alta, em reação à ata do Copom

São Paulo

Os juros futuros encerraram a terça-feira, 25, em alta, em ajuste à ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que reforçou a ideia de que a Selic deve sofrer novo corte de 0,25 ponto porcentual em novembro, esfriando as apostas do mercado de aceleração do ritmo de queda para 0,50 ponto porcentual. As taxas subiram desde a abertura e a ata acabou se sobrepondo a fatores como a queda do dólar para a casa de R$ 3,10 e a expectativa de sucesso do governo na votação em segundo turno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita os gastos do governo, na Câmara, que poderiam em tese, aliviar prêmios nas taxas. Em Brasília, o plenário da Câmara dos Deputados atingiu no período da tarde o quórum necessário para retomar a apreciação da PEC, após a expiração do prazo regimental de quatro horas de uma sessão extraordinária. No final da sessão regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) que vence em janeiro de 2017 fechou com taxa de 13,729%, ante 13,720% no ajuste de segunda-feira. O DI janeiro de 2018 encerrou com taxa de 12,24%, ante 12,16%. A taxa do DI janeiro de 2021 subiu de 11,10% para 11,18%. Entre os indícios na ata de que o Banco Central deve seguir cauteloso na condução do ciclo de distensão monetária, os analistas destacaram por exemplo a afirmação de que "a convergência da inflação para a meta para 2017 e 2018 é compatível com uma flexibilização moderada e gradual das condições monetárias". Além disso, os diretores ressaltam que "as projeções no cenário de mercado sugerem haver limites para a magnitude dessa flexibilização nesse mesmo horizonte". Para 2017 e 2018, no cenário de mercado, a expectativa é de inflação de 4,9% e de 4,7%, portanto, acima do centro da meta de 4,5%. Houve ainda, por parte do BC, demonstração de preocupação com a inflação de serviços, a partir dos "sinais de uma pausa recente no processo de desinflação de componentes do IPCA mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária". Segundo os diretores do BC, isso pode sinalizar uma convergência mais lenta da inflação à meta.

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