Diário da Região

11/12/2011 - 01h48min

Pesquisa

Rio Preto é o 33ª melhor cidade do País para trabalhar

Pesquisa

Carlos Chimba Cidade está na elite do ranking nacional que relaciona o número de empresas existentes em 2008
Cidade está na elite do ranking nacional que relaciona o número de empresas existentes em 2008

Os profissionais que escolheram Rio Preto para fazer carreira ou aqueles que pretendem vir para cá têm motivos para comemorar. A cidade continua na elite neste ano, entre as 50 melhores do País nesse quesito. Pesquisa do professor Moisés Balassiano, da Fundação Capixaba de Pesquisas em Administração, Contabilidade e Economia (Fucape) Business School, mostra que Rio Preto ficou na 33ª colocação no ranking geral.


O resultado continua bom, mas já foi melhor para a cidade. Em 2010, Rio Preto havia ocupado a 28ª posição e, no ano anterior, a cidade havia ocupado a 32ª posição no levantamento. “A cidade perdeu cinco posições no ranking geral. Embora tenha subido 14 posições na dimensão educação, a melhoria foi ofuscada pela perda de 12 posições no ranking de vigor econômico e duas no de saúde”, explica Balassiano.


No quesito educação, a cidade passou do índice 95,33 para 96,58, o que fez com saísse da 58ª colocação e fosse para a 44ª neste ano. No quesito economia, por outro lado, caiu da 44ª posição para a 56ª, ao ver os índices mudarem de 100,62 para 97,21. No item saúde, a cidade passou da 12ª colocação para a 14ª, com o índice passando de 128,95 para 126,37. “O ranking vigor econômico tem peso dois no geral e o saúde está relacionado à infraestrutura.” O levantamento mostra que Rio Preto ficou à frente de cidades de porte similar, como Piracicaba (34ª) e Presidente Prudente (42ª). Mas, a cidade ficou atrás de locais como Jundiaí (23ª), Ribeirão Preto (17ª) e São José dos Campos (25ª).


Pesquisa


A pesquisa de Balassiano é realizada anualmente a pedido da revista Você S/A, de circulação nacional e tem o objetivo de medir o potencial de desenvolvimento profissional dos habitantes. No item educação, são consideradas a quantidade de cursos de graduação, mestrado, doutorado e o número de graduados. Esse é o item de maior peso no cálculo.


O quesito vigor econômico, com peso dois, considera o Produto Interno Bruto (PIB) per capita divulgado pelo IBGE e o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) per capita. No quesito saúde, de menor peso para o cálculo, são avaliados a oferta de leitos e o número de profissionais do setor disponíveis na cidade.


Qualidade de vida


A estudante de psicologia Nathália Cristina Melheiros, 22 anos, está se formando neste ano e escolheu Rio Preto para construir a carreira. A jovem passou a viver em Rio Preto quando começou o curso, em 2007, mas durante um período precisou voltar para a casa, em Catiguá e continuou viajando diariamente. Agora, que arrumou um emprego na área, voltou a viver na cidade. “Estou muito feliz, satisfeita”, conta.


Segundo Nathália, Rio Preto tem uma série de atrativos, como o mercado de trabalho favorável e as muitas opções de lazer e cultura disponíveis, o que melhora a qualidade de vida. Além disso, fica perto de Catiguá, o que diminui a distância entre a família e os amigos. “No ano que vem vou fazer pós-graduação em gestão de pessoas”, afirma a estudante.


Profissional atento deve se manter atualizado


Para a gestora de recursos humanos Ana Paula Vicente Makhoul, da Oportuni, Rio Preto encontra-se bem colocada no ranking, com a gestão em período de investimentos e perspectivas positivas para o ano que vem. “Rio Preto é uma cidade grande com aspectos de interior, o que atrai crescimento.” Segundo Ana Paula, os trabalhadores precisam entender que conhecimento não tem limites e devem se atentar às demandas do mercado, que busca boa postura, habilidade com o idioma e vontade de crescer. Atualmente, segundo ela, as empresas estão buscando profissionais para vendas, analistas financeiros e todos os cargos da construção civil.


Segundo o professor Moisés Balassiano, os jovens que entram para o mercado de trabalho almejam perspectivas de crescimento da carreira. As empresas que tiverem esse ingrediente podem atrair e, principalmente, manter as pessoas na cidade. “E para o trabalhador que busca de destacar-se em sua carreira, a receita é manter-se atualizado, qualificado, ou seja, fazer o que poucos fazem de modo próprio. Isso traz e faz a diferença”, disse.


Para Ana Carolina Verdi Braga, diretora da Cegente Educação Corporativa, a distância de Rio Preto para a capital interfere no resultado, diferente do que ocorre com São José dos Campos e Jundiaí, que estão mais próximas. “A educação tem peso maior e como Rio Preto tem muitas faculdades, isso pesa na escolha, sem contar a qualidade de vida, que não se compara a outros grandes centros”, disse Ana Carolina.

   

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