Diário da Região

08/03/2009 - 13h10min

Difilcudades no Oriente

Recessão no Japão provoca desemprego entre brasileiros

Difilcudades no Oriente

Divulgação Desemprego afeta os japoneses, o que dificulta a situação dos estrangeiros
Desemprego afeta os japoneses, o que dificulta a situação dos estrangeiros
A recessão que afeta o Japão atingiu durante os brasileiros que trabalham naquele país, os chamados dekasseguis. Muitos perderam o emprego e começam a retornar ao Brasil, inclusive a Rio Preto. Faltam estatísticas sobre o número de trabalhadores que regressaram, mas a estimativa é que dos 317 mil dekasseguis que foram para o Japão, entre 20 mil e 40 mil tenham sido demitidos nos últimos meses. O diretor superintendente do Centro de Informação e Apoio ao Trabalhador no Exterior (Ciate), Teruhiko Sakura, confirma que muitos brasileiros estão retornando Brasil. Ele também não tem dados, mas diz que sabe que a situação de quem vive no Japão está complicada e quem busca voltar está encontrando os vôos lotados. ?Temos recebido muitas consultas sobre o seguro social e sobre oportunidades de emprego no Brasil.? O desemprego, explica Sakura, também afeta os próprios japoneses, o que dificulta ainda mais a vida dos trabalhadores estrangeiros.

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Dekasseguis, Kiyoharu Miike, mesmo sem dados oficiais, as informações dão conta de que pelo menos 20 mil brasileiros já retornaram e o número deve chegar a 50 mil até abril. ?As histórias são comuns a todos. Os trabalhadores foram pegos de surpresa com a crise e com as demissões em massa. Não têm condições de continuar lá.? Ele diz que os trabalhadores que permanecem no Japão estão aguardando o término do ano fiscal, neste mês, quando as empresas normalmente programam a produção. ?Eles têm essa expectativa e outros ainda vivem com o seguro-desemprego, o que permite que sobrevivam no Japão.?

Produção industrial japonesa acumula quedas
A produção industrial do Japão apresentou queda recorde de 10% em janeiro, em comparação com o mês anterior, à medida que as fábricas continuaram a interromper a produção por causa da queda das exportações. Os números relativos a fevereiro ainda não foram divulgados, mas os industriais disseram esperar que a produção recue 8,3%. Para março, porém, eles previram uma alta de 2,8%. O declínio de janeiro marcou o terceiro mês consecutivo em que a produção caiu numa porcentagem recorde, afirmou o Ministério da Economia japonês. A produção apresentou queda por quatro meses consecutivos até janeiro. O declínio de janeiro superou o recuo de 9,8% em dezembro, o pior resultado desde que o governo começou a divulgar os dados comparativos em 1953. A produção industrial também caiu 8,5% em novembro. Hideki Matsumura, analista do Instituto de Pesquisa do Japão, prevê que a economia do país pode contrair em cerca de 10% em 2009, provocando a perda de 2,5 milhões de empregos.

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