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Diário da Região

18/05/2015 - 09h31min

Brasília

Projeções para IPCA de longo prazo voltam a cair, aponta Focus

Brasília

Pouco a pouco, o Banco Central tem conseguido mexer com as expectativas de inflação para o longo prazo. As previsões do mercado financeiro seguem ainda acima de 4,5%, referência atual de meta estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para 2015 e 2016, mas mostram algum refresco. Na sexta-feira passada, o diretor de Política Econômica do BC, Luiz Awazu Pereira da Silva, voltou a enfatizar que o recuo das projeções tem sido positivo, mas ainda insuficiente para fazer com que a autoridade monetária levasse a inflação para o centro da meta no fim do ano que vem. A redução mais significativa do mercado se deu para o ano de 2019, prazo mais longo que pode ser consultado na série de estatísticas consolidadas da pesquisa Focus. A expectativa mediana acumulada para esse ano passou de 4,70% na semana passada para 4,59% agora. No caso de 2018, a queda no período foi de 5,00% para 4,90%, também se levando em conta a mediana das projeções. Para 2017, a taxa esperada ficou inalterada em 5,00% e, para 2016, como mostrou já o Relatório de Mercado Focus, sofreu um leve ajuste de 5,51% para 5,50%. Essas reduções são amplamente aguardadas pelo Banco Central. O presidente da instituição, Alexandre Tombini, falou pela primeira vez nesse assunto no final de janeiro, em Davos, na Suíça. Na ocasião, ele atribuiu a então queda das previsões ao efeito da mudança do governo sobre sua política fiscal. Na última ata do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada na semana retrasada, a diretoria do BC admitiu que a convergência da inflação para o centro da meta está mais difícil e que, em vez de ser vista "ao longo do próximo ano", será verificada apenas no fim de 2016. A instituição não tem mais foco na inflação deste ano, em relação ao cumprimento da meta, por causa do processo de realinhamento de preços - administrados em relação aos livres e internos ante os externos. Apesar disso, tem enfatizado que combaterá os efeitos de segunda ordem desses aumentos e que eles ficarão circunscritos a 2015, não contaminando, assim, as taxas de 2016.

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