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Diário da Região

13/08/2016 - 00h00min

LIQUIDAÇÃO

Prédio do Banco Empresarial vai a leilão

LIQUIDAÇÃO

Johnny Torres Peclat e o prédio que vai a leilão, avaliado em R$ 5,3 milhões: dinheiro para pagar dívidas trabalhistas
Peclat e o prédio que vai a leilão, avaliado em R$ 5,3 milhões: dinheiro para pagar dívidas trabalhistas

Está marcado para a próxima terça-feira a realização de leilão da antiga sede do Banco Empresarial, de Rio Preto. O prédio está avaliado em R$ 5,3 milhões.  A instituição financeira foi fechado pelo Banco Central em 1997 por suspeita de operações irregulares. Segundo o administrador judicial da massa falida, Marcelo Peclat, na época em que foi fechado, o banco deixou R$ 37 milhões em dívidas e prejudicou cerca de 300 pessoas entre credores e correntistas. 

Passados 19 anos, o valor atualizado é de R$ 100 milhões em dívidas com fornecedores e pendências tributárias. A área da antiga sede do banco, no centro, tem 2,2 mil metros quadros. Fica na rua General Glicério, 4701, na Redentora, a cerca de 300 metros da rodovia Washington Luiz, um ponto privilegiado de Rio Preto. O primeiro leilão está marcado para a próxima terça-feira, mas se não aparecer interessados, está previsto novo pregão no dia 19.

No entanto, o administrador da massa falida, Marcelo Peclat, acredita no sucesso da primeira oferta. O Empresarial foi fechado pelo BC porque o diretor-presidente e dono da instituição, Lécio Anawate Filho, e os diretores foram denunciados pelo Ministério Público por crime contra o sistema financeiro. Segundo a acusação, o empresário e dois diretores teriam autorizado empréstimos para pessoas e empresas impedidas de operar com o banco.

Anawate teria, ainda, transferido irregularmente bens de uma de suas empresas para outra, instalada no Uruguai, com suspeita de evasão fiscal. Com sua morte em 2005, foi extinta a punibilidade contra ele, mas os bens seguem respondendo ao processo de falência, que tramita na 3ª Vara Cível de Rio Preto. O leilão da antiga sede do banco vai servir para liquidar os R$ 5 milhões em dívidas trabalhistas, que têm prioridade de recebimento no processo de falência da empresa.

"Caso o valor conseguido no leilão seja abaixo do esperado, já conseguimos judicialmente os bens e imóveis dos diretores envolvidos na falência. Tudo será também colocado à venda para quitar as pendências", afirma o administrador da massa falida. Peclat diz que o banco ainda tem R$ 50 milhões em patrimônio, principalmente imóveis, que poderão ser colocados a venda em novos leilões. "Com esse valor, vamos tentar renegociar com todos os credores para que aceitem reduzir o valor cobrado e assim tenhamos chance de atender a todos", comenta. Ele afirma que ainda não é possível revelar quando acontecerão os novos leilões de patrimônio do Banco Empresarial.

 

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