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Diário da Região

22/07/2016 - 00h00min

ECONOMIZE

Leite pesa nos preços do supermercado

ECONOMIZE

Colaboração: Isabela Menezes 20/7/2016 Mudança de hábitos - A dona de casa Tamires Montesião costumava ir ao supermercado uma vez por mês, o que significava uma compra mensal de cerca de R$ 700. Desde que a situação econômica piorou ela tem ido mais vezes e buscado aproveitar os dias de feirinha e de promoção da carne. Ela também fica atenta para comprar apenas o necessário. A mudança representou uma economia de cerca de R$ 300. “Também estou trocando algumas marcas tradicionais por outras mais baratas”, afirma.
Mudança de hábitos - A dona de casa Tamires Montesião costumava ir ao supermercado uma vez por mês, o que significava uma compra mensal de cerca de R$ 700. Desde que a situação econômica piorou ela tem ido mais vezes e buscado aproveitar os dias de feirinha e de promoção da carne. Ela também fica atenta para comprar apenas o necessário. A mudança representou uma economia de cerca de R$ 300. “Também estou trocando algumas marcas tradicionais por outras mais baratas”, afirma.

O aumento de preços nos supermercados paulistas em junho teve como grande vilão o leite e seus derivados. De acordo com o Índice de Preços dos Supermercados (IPS), calculado pela Apas/Fipe, as altas foram de 13,51% e 2,44%, respectivamente, no mês passado.

Em 12 meses, a alta nos preços do leite foi de 29,91% e, no acumulado do ano, a alta é de 34,15%, o que faz dele um dos responsáveis pelo aumento expressivo do grupo de carnes, leite e cereal (semielaborados) que registrou em junho alta de 5,03%. Também em 12 meses, a elevação deste grupo foi de 13,87% e, no acumulado de janeiro e a junho, a alta é de 7,75%.

De acordo com o gerente de Economia e Pesquisa da Apas, Rodrigo Mariano, os motivos estão relacionados a fatores como escassez de chuvas, frio intenso e aumento do consumo da ração animal. “O clima impacta de maneira expressiva, pois com menos chuvas as pastagens ficam mais secas. O frio mais intenso prejudica o pasto e faz com que o produtor tenha que complementar a alimentação dos animais com ração, que é composta basicamente de soja e milho – itens que estão com preços altos”, explica.

O índice geral registrou alta de 1,36%. No acumulado de janeiro a junho, houve elevação de 7,54%. Já em 12 meses, a alta nos preços dos supermercados atingiu 13,76%. A título de comparação com 2015, a inflação em 12 meses naquele mês foi de 7,78%, portanto, ao longo de 2015 e 2016 a inflação se manteve persistente.

SUPERMERCADOS1 Clique na imagem para ampliar

Pesquisa

Na pesquisa publicada nesta sexta-feira, dia 22, veja os preços de 103 produtos pesquisados em 15 supermercados. Em Rio Preto, o litro de leite chega a custar R$ 5,85 e o quilo da muçarela está variando de R$ 24,19 a R$ 32,09, o que representa uma diferença de R$ 7,90. Clique AQUI para ver a pesquisa de preços.

 

 

 

Tarifas das contas correntes e seu custo

As tarifas das contas correntes pesam e muito no bolso dos trabalhadores, podendo chegar a assustadores R$ 1.188 em um ano, valor suficiente para uma série de coisas, inclusive de ir para a poupança ou outro tipo de aplicação, por exemplo.

A boa notícia é que é possível gastar bem menos do que isso ou então, não gastar nada. Para isso, é preciso trocar de pacote bancário ou adotar o pacote de serviços essenciais, que não tem incidência de taxas, mas que tem o inconveniente de oferecer um número menor de operações bancárias.

Levantamento feito no site de comparação da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) - www.febraban-star.org.br- mostra que as taxas de contas-correntes variam de R$ 4,90 ao mês (Universitária HSBC), o que significa R$ 58,80 ao ano, a R$ 99,00 ao mês (Select Mais Santander), valor que, ao fim de 12 meses, representa R$ 1.188. Os dados são do mês de julho.

feirinha 22072016 Clique na imagem para ampliar

Nem todo mundo sabe, mas o Banco Central determina que alguns serviços sejam gratuitos, o chamado pacote serviços essenciais. Estão incluídas operações básicas para a movimentação da conta corrente como um cartão de débito, dez folhas de cheques por mês, quatro saques por mês, dois extratos, duas transferências e consulta ilimitada pela internet. O consumidor que já tem uma conta corrente aberta pode migrar para a de serviços essenciais.

Alguns bancos também oferecem a conta digital, segundo a Associação de Consumidores Proteste mais indicada para quem está acostumado a usar a internet e os caixas eletrônicos para transações bancárias como saque, transferência, verificação de saldos e extratos. 

Os serviços são isentos de tarifas, mas se precisar um guichê de caixa ou telefone, será cobrado. Vale se informar com seu banco sobre essa opção, já que muitos preferem não divulga-lá para não perder o lucro.

Antes de decidir pela mudança, avalie bem seu perfil, se usa muito os serviços do banco por exemplo, corre o risco de pagar taxas avulsas.

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