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Diário da Região

12/02/2016 - 00h00min

Em janeiro

Inflação de Rio Preto tem melhor janeiro desde 2012

Em janeiro

Guilherme Baffi Pequena deflação no grupo de alimentos ajudou no resultado
Pequena deflação no grupo de alimentos ajudou no resultado

Um bom começo. Com a pequena deflação do grupo de alimentos, a inflação em Rio Preto, no mês de janeiro, perdeu força. O Índice de Preços ao Consumidor de Rio Preto (IPC-RP) fechou o mês passado em 0,69%, bem inferior ao resultado do mesmo mês nos últimos três anos: 1,61% (2015), 1,67% (2014) e 2,37% (2013). "Esse resultado trouxe certo alívio para as expectativas de inflação deste ano", afirmou a economista Emília de Toledo de Leme, da Prefeitura de Rio Preto.

O desempenho é positivo porque o ano passado foi marcado pela pressão dos preços na cidade. A inflação havia fechado 2015 em dois dígitos, algo inédito desde o início da pesquisa, em 2004. O acumulado do ano passado foi 10,22%, com maior contribuição do grupo de alimentos, que fechou com alta de 3,14%. A pesquisa mensal é realizada pela Prefeitura de Rio Preto, Faculdades Integradas Dom Pedro 2º e Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Em janeiro, o grupo dos alimentos registrou deflação de 0,04%, acompanhado pelos grupos habitação (-0,076%) e vestuário (-0,064%). O "vilão" do mês passado foi o grupo educação, que contribuiu com 0,77% na composição do índice inflacionário de Rio Preto. No acumulado de 12 meses, o IPC-RP está em 9,21%.

Individualmente, as maiores altas foram dos cursos universitários (15,02%) e cursos de primeiro grau (8,40%). Na outra ponta, entre as maiores baixas, os destaques ficaram com a laranja pêra (-29,24%) e leite pasteurizado (-3,44%). "A notícia da queda de preço dos alimentos é boa principalmente para as famílias de baixa renda, que gastam mais com essas despesas", explica Emília.

Terceira idade

O índice de preços que mede o custo de vida da população da terceira idade de Rio Preto também teve bom desempenho em janeiro, fechando com deflação de 0,085%. As maiores contribuições foram dos grupos alimentação (-0,043%), habitação (-0,082%) e vestuário (-0,060%). "O fato de os alimentos ficarem mais baratos ajudou muito no índice da terceira idade. Inclusive porque o impacto do grupo educação é muito pequeno", explicou o economista Bruno Sbrogio. Nos últimos 12 meses, o acumulado está em 8,4%.

 

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